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    Tempestade tropical Megi deixa pelo menos 123 mortos nas FIlipinas

    Convocados pelo govenro federal, militares se compromteram a manter esforços de busca e resgate por desaparecidos

    Muitas casas e plantações foram afetadas pela lama
    Muitas casas e plantações foram afetadas pela lama Reuters

    Neil Jerome Moralesda Reuters

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    Os militares filipinos se comprometeram nesta quinta-feira (14) a manter os esforços de busca e resgate depois que a tempestade tropical Megi atingiu áreas centrais nesta semana, causando deslizamentos de terra e matando pelo menos 123 pessoas.

    Megi foi o primeiro ciclone neste ano a atingir as Filipinas, um arquipélago de mais de 7.600 ilhas que enfrenta uma média de 20 tempestades tropicais por ano.

    Das 123 mortes, 86 delas ocorreram em Baybay, uma área montanhosa propensa a deslizamentos de terra na província de Leyte, no sul do arquipélago, onde 236 pessoas também ficaram feridas, informou o governo da cidade.

    Três outras pessoas morreram afogados em diferentes províncias, enquanto seis continuam desaparecidas, informou a agência nacional de desastres. “As operações de busca e resgate continuarão”, disse uma unidade de infantaria do Exército filipino em Baybay.

    Fotos aéreas e vídeos do governo local mostraram encostas desmoronadas, plantações e casas afetadas pela lama. Em uma área, os socorristas tiveram que usar barcos para chegar a um deslizamento de terra.

    O Megi, que atingiu o país no domingo (10) com ventos sustentados de até 65 quilômetros por hora e rajadas de até 80 km/h, já se dissipou.

    O distrito de Kantagnos foi “muito devastado”, disse um batalhão de engenharia e construção do exército em Leyte. “Casas e meios de subsistência foram danificados, famílias e indivíduos estão desaparecidos e a comunicação está instável”, escreveu nas redes sociais.

    Mais de 162.000 moradores deslocados estão abrigados em centros de evacuação, enquanto outros 41.000 estão morando com parentes, mostram dados do governo.

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