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    Tensão Venezuela-Guiana: EUA apoiam resolução pacífica via Corte Internacional

    Militares venezuelanos organizam as pessoas que participam de uma simulação eleitoral, em Caracas, antes do referendo de 3 de dezembro sobre os direitos da Venezuela à região de Esequiba, na Guiana19/11/2023REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria
    Militares venezuelanos organizam as pessoas que participam de uma simulação eleitoral, em Caracas, antes do referendo de 3 de dezembro sobre os direitos da Venezuela à região de Esequiba, na Guiana19/11/2023REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria 19/11/2023 REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria

    Caio Junqueirada CNN

    São Paulo

    A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil divulgou na noite desta quarta-feira (6) uma declaração na qual diz que o governo americano apoia uma resolução pacífica da disputa da fronteira entre Venezuela e Guiana, inclusive por meio da Corte Internacional de Justiça.

    A manifestação ocorre dias após o Departamento de Estado dos Estados Unidos ter informado que “isso não é algo que será resolvido por um referendo”.

    Ela também ocorre no dia seguinte ao presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, ter declarado o território de Essequibo como pertencente ao país, e não a Guiana.

    Tensão entre vizinhos

    A Venezuela condenou, nesta quarta-feira (6), as recentes declarações do presidente da Guiana, Mohamed Irfaan Ali, e advertiu que “de maneira irresponsável” foi dado “sinal verde” à presença do Comando Sul dos Estados Unidos na região de Essequibo.

    Através de um comunicado divulgado no X (antigo Twitter), o chanceler venezuelano Yvan Gil destacou que a Guiana mantém “uma ocupação de fato e uma controvérsia territorial com a Venezuela, que deverá ser resolvida através do Acordo de Genebra de 1966″.

    “A República Cooperativa da Guiana ataca de forma imprudente o Direito Internacional, realizando ações que agravam a controvérsia territorial e que se somam à sua conduta ilegal de conceder direitos de exploração petrolífera à Exxon Mobil em um mar pendente de delimitação com a Venezuela”, acrescentou o texto.