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    Ucrânia: sete corredores humanitários foram abertos, mas ainda sem Mariupol

    Civis que tentarem deixar a cidade sitiada deverão se dirigir a Berdyansk, disse vice-primeira-ministra

    Civis deixam Mariupol, cidade ucraniana fortemente atingida pela Rússia desde o início da invasão à Ucrânia
    Civis deixam Mariupol, cidade ucraniana fortemente atingida pela Rússia desde o início da invasão à Ucrânia Foto: Maximilian Clarke/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

    Reuters

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    Foi alcançado um acordo sobre o estabelecimento de sete corredores humanitários para evacuar civis de cidades e vilas ucranianas nesta quinta-feira (24), disse a vice-primeira-ministra da Ucrânia, Iryna Vereshchuk.

    Porém, segundo ela, os civis que tentarem deixar a sitiada cidade de Mariupol encontrarão transporte na vizinha Berdyansk — deixando claro que a Rússia não permitiu que um corredor seguro seja criado para ou do centro da cidade portuária do sul.

    A mesma situação ocorreu na segunda-feira (21), quando foram acordados oito passagens para os civis, mas uma saída de Mariupol continuou impossibilitada.

    Vereshchuk disse na terça-feira (22) que pelo menos 100 mil civis queriam fugir de Mariupol, no sul da Ucrânia, mas não conseguiram devido à falta de corredores seguros para sair da cidade portuária sitiada.

    Os ataques russos levaram a um colapso total nos serviços básicos – com os moradores sem acesso a gás, eletricidade ou água. Corpos estão sendo deixados na rua porque ou não há ninguém para recolhê-los, ou é simplesmente muito perigoso tentar.

    O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que a cidade “está sendo reduzida a cinzas”, mas que “sobreviverá.” Um oficial ucraniano afirmou que a cidade segue sob pesado bombardeio russo: “bombas caem a cada 10 minutos.”

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