Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Zelensky pede que empresas francesas “deixem de patrocinar a guerra”

    Presidente ucraniano falou a parlamentares franceses nesta quarta e pediu apoio às sanções econômicas contra a Rússia

    Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em entrevista à CNN.
    Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em entrevista à CNN. CNN

    Felipe Romeroda CNN

    São Paulo

    Ouvir notícia

    Em pronunciamento virtual ao Parlamento francês nesta quarta-feira (23), o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pediu que empresas francesas, saiam do mercado russo. “As grandes empresas devem deixar de ser patrocinadoras da máquina de guerra russa”, disse.

    Zelensky cobrou também que o parlamento francês ajude a pressionar os demais países europeus por uma atuação conjunta em apoio a sanções que pressionem a Rússia pelo fim da ofensiva militar na Ucrânia.

    “Precisamos de mais ajuda, para que a liberdade de cidades como Paris, Roma e Madri não seja ameaçada como Kiev é hoje”, disse, citando os valores da revolução francesa de “liberdade, igualdade e fraternidade” como comuns ao povo ucraniano.

    O presidente ucraniano reafirmou a necessidade do envio de armas ao país, citando os bombardeios russos contra áreas civis: “precisamos de armas antitanques, aeronaves, formas de resistir aos ataques russos.”

    Apesar da pressão, na segunda-feira (21) a montadora Renault anunciou o retorno da produção em Moscou, mas por apenas 3 dias. A montadora se recusou a fornecer mais detalhes quando a CNN perguntou por que a empresa reiniciou sua produção por três dias.

    O presidente ucraniano pediu ainda que os parlamentares fizessem um minuto de silêncio em homenagem às vítimas. “Na Ucrânia, na Europa em 2022, milhões de pessoas não poderiam imaginar que seu mundo poderia ser destruído dessa forma”, disse, citando os ataques a cidade costeira de Mariupol.

    O Ministério da Defesa da Rússia nega que tenha alvos civis e afirma que seu objetivo é o mesmo desde o início do que chama de “operação militar especial”: desmilitarizar e neutralizar a Ucrânia, se livrar de batalhões neonazistas e o reconhecimento dos territórios independentes.

     

     

    Mais Recentes da CNN