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    Zelensky pressionará por apoio de líderes na Assembleia-Geral da ONU; entenda

    Líderes mundiais se reúnem em Nova York e presidente ucraniano planeja comparecer pessoalmente para apelar por mais apoio em sua contraofensiva contra a Rússia

    Salão da Assembleia-Geral da ONU
    Salão da Assembleia-Geral da ONU 20/09/2021John Angelillo/Pool via REUTERS

    Da CNN

    Os líderes mundiais se reúnem em Nova York a partir desta segunda-feira (18) para as reuniões da Assembleia-Geral das Nações Unidas.

    O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, planeja comparecer pessoalmente na reunião anual para apelar por mais apoio à Ucrânia, à medida que o país continua travando uma contraofensiva contra a Rússia.

    Além de um discurso na assembleia, Zelensky também tem planos de realizar várias reuniões com outros líderes mundiais em Nova York, segundo pessoas familiarizadas com o assunto. Depois disso, o presidente ucraniano irá a Washington e se reunirá com o presidente dos EUA, Joe Biden.

    Aqui estão outras informações:

    Visita a Washington: Depois de se reunir com Biden, Zelensky visitará o Capitólio dos EUA na próxima quinta-feira (21), de acordo com uma fonte do Partido Republicano, embora ele não discurse em uma sessão conjunta do Congresso e, em vez disso, deva se reunir com senadores.

    Isso ocorre no momento em que o Congresso avalia um pedido da Casa Branca de ajuda adicional à Ucrânia. A aprovação permanece uma dúvida, com o Partido Republicano fortemente dividido sobre a questão.

    O objetivo de Biden: Na visita de Zelensky à Casa Branca, o presidente dos EUA procura reafirmar “para o mundo, e para os Estados Unidos, para o povo americano, o seu compromisso de continuar a liderar o mundo no apoio à Ucrânia enquanto defende a independência, soberania e a integridade territorial da nação”, disse o conselheiro de segurança nacional Jake Sullivan. Tanto Zelensky como Biden estão programados para fazer comentários à assembleia da ONU.

    A história de Biden e Zelensky: Os dois líderes se reuniram pessoalmente durante uma cúpula da Otan na Lituânia, em julho. Antes disso, eles se sentaram para conversas em maio, na cúpula do G7 no Japão.

    Apesar do apoio dos Estados Unidos para uma participação na cúpula do G20 da semana passada na Índia, Zelensky não foi convidado pelos anfitriões. Zelensky veio aos EUA pela última vez em dezembro, sendo a primeira vez que deixou a Ucrânia desde o início da invasão russa.

    Vilnius, Lituânia: O presidente ucraniano Volodomyr Zelensky fala, ao lado do presidente dos EUA, Joe Biden, no anúncio da declaração conjunta das nações do G7 para o apoio à Ucrânia / Sean Gallup/Getty Images

    Outras manchetes importantes da guerra:

    Contraofensiva perto de Bakhmut: A Ucrânia retomou Klishchiivka, uma vila importante na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, disse Zelensky no domingo (17). O gabinete de Zelensky publicou uma foto nas redes sociais no início do dia, indicando que as forças de Kiev tinham libertado esta área-chave que tem sido crítica para a contraofensiva da Ucrânia no leste.

    Reunião em Moscou: O principal diplomata da China, Wang Yi, deve discutir a guerra na Ucrânia com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, na segunda-feira (18), quando ele inicia uma visita à Rússia esta semana.

    Espera-se que Wang e Lavrov discutam “uma ampla gama de questões de cooperação bilateral”, que incluem uma “troca detalhada de pontos de vista sobre questões relacionadas com um acordo na Ucrânia”, segundo o Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

    Kim Jong Un deixa a Rússia: O líder norte-coreano Kim Jong Un recebeu coletes à prova de balas e drones como presentes de despedida ao encerrar uma viagem à Rússia que alarmou o Ocidente. A despedida coroou uma rara visita de seis dias em que ele manteve conversas com o líder russo Vladimir Putin, levantando a possibilidade de a Coreia do Norte fornecer armamento à Rússia para ajudar com a invasão da Ucrânia.

    Aviso do chefe da Otan: O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, alertou que devemos “nos preparar para uma longa guerra” na Ucrânia. “A maneira mais fácil de acabar com esta guerra seria se Putin retirasse suas tropas”, disse ele. Stoltenberg também reiterou que é apenas uma questão de tempo até a Ucrânia aderir à Otan.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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