COP30: Implementação de ações depende do setor privado, diz Ricardo Mussa
Presidente da SB COP explicou como a iniciativa privada pretende reduzir as taxas de emissões que provocam o aquecimento global
O presidente da SB COP (Sustainable Business COP), Ricardo Mussa, avaliou em entrevista à CNN Brasil, nesta terça-feira (11), a atuação do setor privado na COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas).
“Estamos discutindo menos e implementando mais, e para implementar precisa do setor privado”, afirmou Mussa.
O presidente ainda explica como a iniciativa privada pretende reduzir as taxas de emissões que provocam o aquecimento global.
“As empresas continuam se articulando, mais até do que antes, acho que esse é um momento também que muito do ‘greenwashing’ está passando. A gente vai sair desse momento difícil, uma redução do multilateralismo, mas vamos voltar mais fortes do que antes, porque os melhores projetos vão sobreviver e o setor privado é muito bom em inovar e entregar”, finalizou Mussa.
Este ano, o setor privado aparece com forte participação no evento. O presidente daCOP30, embaixador André Corrêa do Lago, avaliou que uma presença maior do setor nos investimentos em energias renováveis é“essencial” para o sucesso do financiamento climático.
A COP30 segue até o dia 21 de novembro, em Belém, capital do Pará, com representantes de 194 países e da União Europeia.


