Chuvas em Petrópolis, no Rio de Janeiro, deixam ao menos 171 mortos

Até o momento são 126 desaparecidos e 967 desalojados ou desabrigados

Deslizamento de terra no Morro da Oficina, em Petrópolis
Deslizamento de terra no Morro da Oficina, em Petrópolis REUTERS/Ricardo Moraes

Douglas Portoda CNN

em São Paulo

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Os fortes temporais que atingiram a cidade de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, desde 15 de fevereiro, deixaram ao menos 171 mortos, de acordo com dados do Corpo de Bombeiros.

Até o momento, são 126 desaparecidos e 967 desalojados ou desabrigados. Já houve a identificação de 28 novas vítimas.

Os conceitos de desabrigado e desalojado são diferentes. Desabrigado é aquele que perdeu a casa e está em um abrigo público. O desalojado teve de deixar sua casa –não necessariamente a perdeu– e não está em abrigos, mas sim na casa de um parente, amigo ou conhecido, por exemplo.

A Defesa Civil acionou sirenes e enviou avisos por mensagens, neste domingo (20), para o Primeiro Distrito da cidade com a previsão de chuva vinda de Minas Gerais nas próximas horas.

De acordo com o monitoramento da equipe técnica, existe a possibilidade de temporais moderados, que irão começar pelo distrito da Posse.

O órgão orienta que a população fique atenta para a emissão de novos avisos e, em caso de emergência, ligue 193 (Corpo de Bombeiros) e 199 (Defesa Civil).

A tragédia é a maior da história de Petrópolis, superando as chuvas de 1998, em que 134 pessoas morreram após deslizamentos e enchentes. Em 2011, a região também foi atingida por fortes temporais, que causaram 73 óbitos.

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