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    Corpo do jornalista britânico Dom Phillips é velado no Rio de Janeiro

    Jornalista e o indigenista brasileiro Bruno Pereira foram mortos na região do Vale do Javari, no Amazonas

    Familiares de Dom Phillips do Brasil e do Reino Unido chegaram para acompanhar o funeral
    Familiares de Dom Phillips do Brasil e do Reino Unido chegaram para acompanhar o funeral Bruna Carvalho/CNN

    Bruna Carvalhoda CNN

    no Rio de Janeiro

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    O corpo do jornalista britânico Dom Phillips está sendo velado na manhã deste domingo (26) no Cemitério Parque da Colina, em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro.

    Familiares do jornalista do Brasil e do Reino Unido chegaram para acompanhar o funeral por volta das 9h na capela Memorial da Colina, com o funeral começando pouco depois.

    Um pronunciamento escrito pelas famílias do jornalista deve ser lido no local antes da cremação que está prevista para acontecer até as 12h.

    O corpo de Dom chegou no Rio de Janeiro na tarde da última quinta-feira (23). Os corpos do jornalista e do indigenista Bruno Pereira foram encontrados no dia 15 de junho.

    Os dois tinham sido vistos pela última vez no dia 5 de junho, enquanto faziam uma expedição na região do Vale do Javari, no Amazonas. Até o momento três homens já foram presos por terem participado no crime.

    O corpo do indigenista Bruno Pereira foi cremado da tarde da última sexta-feira (24), no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, no Grande Recife, em Pernambuco.

    Dom Phillips tinha 57 anos e morava no Brasil desde 2007. Como jornalista, trabalhou para jornais como o The Guardian, Washington Post e New York Times.

    O caso

    O jornalista britânico Dom Phillips e o indigenista Bruno Pereira Araújo foram considerados desaparecidos a partir do dia 5 de junho, na região do Vale do Javari, área de terras indígenas no Amazonas.

    Após o caso ganhar repercussão, diversas figuras públicas, ambientalistas, ativistas, artistas e políticos de oposição foram a público cobrar providências urgentes para a busca da dupla.

    Um dos principais suspeitos pelo desaparecimento, Amarildo Oliveira da Costa, conhecido como Pelado, confessou ter participado do assassinato da dupla mais de uma semana depois.

    Ele e seu irmão, Oseney da Costa de Oliveira, 41, o “Dos Santos”, estão presos suspeitos de terem participado do crime. Já Jeferson da Silva Lima, chamado de “Pelado da Dinha”, foi detido por suspeita de ter participado da ocultação dos cadáveres. Outras cinco pessoas foram identificadas como atuantes na ocultação dos corpos de Bruno e Dom.

    Amarildo então indicou onde teria enterrado os corpos da dupla, e a polícia confirmou a existência de remanescentes humanos no local.

     

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