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    Diretor de escola e professor sem antecedentes: saiba quem é o suspeito de atirar garrafa que matou palmeirense

    Jonathan Messias Santos da Silva é apontado pela polícia paulista como responsável pela morte de Gabriela Anelli após ser identificado por câmeras de reconhecimento facial do Allianz Parque

    Jonathan Messias Santos da Silva, suspeito de envolvimento na morte da torcedora palmeirense Gabriela Anelli
    Jonathan Messias Santos da Silva, suspeito de envolvimento na morte da torcedora palmeirense Gabriela Anelli Divulgação/Polícia Civil do Rio de Janeiro

    Da CNN

    São Paulo

    O torcedor do Flamengo preso na terça-feira (25) sob suspeita de atirar a garrafa de cerveja cujos estilhaços mataram a torcedora do Palmeiras Gabriela Anelli, 23, era professor e diretor-adjunto de uma escola municipal do Rio de Janeiro. Ele não tinha antecedentes criminais.

    Após ser preso, o suspeito foi afastado das funções que exercia pela prefeitura da capital fluminense.

    Jonathan Messias Santos da Silva, 33, foi preso na casa dele, no bairro de Campo Grande, no Rio de Janeiro. Ele foi levado a uma unidade policial do estado e depois seguiu para São Paulo.

     

     

    Ele foi apontado como principal suspeito do caso após ser identificado por câmeras de reconhecimento facial da arena do Palmeiras, segundo informou a delegada que acompanha o caso, Ivalda Aleixo.

    Jonathan passou por exame de corpo de delito e prestou depoimento à polícia paulista nesta quarta-feira (26).

    A Secretaria de Educação do Rio de Janeiro disse, em nota, que repudia o acontecimento.

    Em nota, o advogado José Victor Barros, que representa o torcedor do Flamengo, informou que Jonathan se declara inocente e que a defesa vai pedir a revogação da prisão temporária.

    Antes dele ser preso, outro suspeito havia sido detido, mas teve a prisão revogada após vídeos levados às autoridades mostrarem que a garrafa de vidro teria sido arremessada por outra pessoa.

    Relembre o caso

    A palmeirense Gabriela Anelli morreu após ser atingida por uma garrafa de vidro no pescoço durante uma confusão entre torcidas organizadas rivais que ocorreu próximo ao estádio do Palmeiras, o Allianz Parque, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo, no dia 8 de julho.

    Ela chegou a ser hospitalizada, mas não resistiu e morreu dois dias depois.

    Segundo laudo do Instituto Médico Legal, divulgado na terça-feira, Gabriela morreu por uma “hemorragia aguda externa traumática”.

    *Publicado por Pedro Jordão, da CNN, com informações da Agência Brasil