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    Hospital de Porto Alegre investiga ato de racismo contra funcionário

    Servidor do Hospital de Clínicas de Porto Alegre encontrou uma banana nos sapatos que usa para trabalhar; colegas organizaram manifestação antirracista

    Fachada do Hospital de Clínicas de Porto Alegre
    Fachada do Hospital de Clínicas de Porto Alegre Divulgação/Governo do RS

    Isadora Airesda CNN

    Em Porto Alegre

    Um funcionário do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (RS) denuncia que, no último domingo (3), encontrou uma banana que havia sido colocada por alguém nos sapatos que usa para trabalhar. Ele classificou a situação como racismo.

    Após a situação, o Programa de Ações Antirracistas do hospital organizou um ato de combate ao preconceito racial. Em solidariedade, colegas levaram sapatos para colocar no local. A diretora-presidente da unidade hospitalar, Nadine Clausell, afirmou que a situação é “absolutamente inadmissível”.

    A direção do hospital abriu uma sindicância interna para apurar os fatos, mas ainda não se sabe quem foi o responsável pelo ato.

    Em nota, a instituição afirmou que “não aceita comportamentos de violência, preconceito, assédio ou discriminação dentro do hospital”. E completou: “Todas as instâncias estão acionadas para que a apuração da investigação seja concluída com rigor e celeridade”.

    Veja a nota de repúdio na íntegra:

    “O Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) não tolera nenhuma forma de racismo, atuando para prevenir, identificar, coibir e punir essas situações. A instituição tem um fluxo interno para acolhimento e apuração.

    Na manhã desta segunda-feira (4), foi determinada a instauração de sindicância interna investigativa para apurar o caso denunciado nas redes sociais.

    A instituição tem orientação e diretriz relacionadas ao respeito e não aceita comportamentos de violência, preconceito, assédio ou discriminação dentro do hospital. Além disso, tem estruturado Programa de Ações Antirracistas e Comitê de Diversidade, Equidade e Inclusão.

    Todas as instâncias estão acionadas para que a apuração da investigação seja concluída com rigor e celeridade.”