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    Ministério da Saúde garante R$ 454 milhões para volta às aulas presenciais

    O valor será usado por todos os municípios para compra de materiais, como produtos de limpeza, álcool, máscaras e termômetros

    Escola municipal no Rio de Janeiro: pasta também elaborou uma cartilha sobre ações e medidas para a reabertura dos colégios
    Escola municipal no Rio de Janeiro: pasta também elaborou uma cartilha sobre ações e medidas para a reabertura dos colégios Foto: Divulgação/Prefeitura do Rio

    Natália Flach,

    da CNN Brasil, em São Paulo

    O Ministério da Saúde vai liberar R$ 454,3 milhões para apoiar gestores na volta às aulas presenciais, seguindo as orientações sanitárias impostas durante a pandemia do novo coronavírus. O valor será usado por todos os municípios para compra de materiais, como produtos de limpeza, álcool, máscaras e termômetros.

    Em nota, a pasta afirma que o objetivo é otimizar a utilização dos espaços escolares para garantir ambientes de aprendizado seguros e saudáveis.

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    O ministério também elaborou uma cartilha sobre ações e medidas para a reabertura das escolas da rede básica de ensino municipal, estadual ou federal, abrangendo creches, pré-escolas, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos, independentemente de serem aderidos ao Programa Saúde na Escola (PSE).

    Entre as orientações básicas, estão explicar sobre o uso obrigatório da máscara, manter os ambientes limpos e ventilados, orientar a higienização das mãos e punhos, além de monitorar a temperatura dos estudantes e dos profissionais da educação na porta da escola. 

    O guia recomenda ainda que o retorno de estudantes ou profissionais da educação com doenças crônicas – como asma, hipertensão e diabetes –, síndromes, disfunções da imunidade e cardiopatias congênitas seja avaliado caso a caso. É que essas doenças colocam essas pessoas no grupo de risco para Covid-19. Além disso, o documento deve ser adotado rigorasamente com alunos com necessidades especiais.

    A orientação é que as escolas elaborem uma série de estratégias para garantir o distanciamento entre os alunos e os profissionais da educação, tais como: escalonamento de horários de chegada e saída dos estudantes, colocação de marcações no chão para respeito a distância de 1 metro, aumentar o espaço entre as mesas e cadeiras nas salas de aula e evitar o uso de áreas comuns. Para as refeições, as instituições de ensino podem monitorar o uso do refeitório ou orientar os estudantes a usar as salas de aula.

    Caso algum aluno apresente sinais ou sintomas de síndrome gripal, a escola deve acionar os pais/responsáveis, orientando o encaminhamento para uma Unidade Básica de Saúde.