Novos medicamentos contra o coronavírus, autotestes e mais de 14 de janeiro

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Fabrizio Neitzkeda CNN

Em São Paulo

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A nova orientação da OMS recomendando dois medicamentos no combate à Covid-19 e o pedido do Ministério da Saúde para a liberação do uso de autotestes contra a doença estão entre os destaques do 5 Fatos da manhã de 14 de janeiro de 2022.

Distribuição de vacina

Estados e municípios começam a receber hoje (14) as primeiras doses da vacina infantil da Pfizer contra a Covid-19. O primeiro lote, distribuído pelo Ministério da Saúde, chegou ontem ao Brasil e conta com 1,2 milhão de doses do imunizante. A expectativa é de que a vacinação das crianças de 5 a 11 anos comece já neste fim de semana em algumas capitais do país.

Medicamentos contra a Covid

A Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou as orientações de tratamento contra a Covid-19 e passou a indicar dois novos medicamentos para pacientes infectados. O Baricitinibe, regularmente utilizado para a artrite, passa a ser adotado para casos graves da doença. Já o anticorpo monoclonal Sotrovimabe será incluído para pacientes com sintomas mais leves.

Autorização do autoteste

O Ministério da Saúde enviou oficialmente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o pedido de autorização do uso de autotestes de Covid-19 no Brasil. Na ata, a pasta alega que os exames vão ajudar o país a monitorar novos casos da doença e na prevenção de infecções. A agência, por outro lado, afirma que a nota técnica do ministério não consta no sistema.

Fiscalização de preços

O Procon de São Paulo realizou uma força-tarefa na quinta-feira para combater preços abusivos de testes do novo coronavírus em laboratórios particulares e farmácias. De acordo com dados da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), a procura por estes exames dobrou desde as festas de fim de ano.

Rejeição de vacinas

A doação de mais de 100 milhões de vacinas contra a Covid-19 foi rejeitada por países subdesenvolvidos no último mês de dezembro, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). A justificativa, afirmou a entidade, é a proximidade do prazo de vencimento dos imunizantes – que seriam distribuídos pelo Covax, o consórcio de vacinas liderado pela OMS – e a falta de geladeiras apropriadas.

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