O que esperar da terceira troca no Ministério da Saúde do governo Bolsonaro

Da CNN, em São Paulo
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O país com mais de 280 mil mortes pela Covid-19 troca de ministro da saúde pela terceira vez em menos de um ano. Nesta terça (16), o presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia Marcelo Queiroga tornou-se oficialmente o quarto ministro da saúde do governo Bolsonaro, assumindo o rastro de contradições e falhas deixadas pelo antecessor Eduardo Pazuello. General alinhado à condução da pandemia defendida pelo presidente, Pazuello ficou em situação delicada com o aumento da pressão por sua troca no Congresso e no Supremo Tribunal Federal. A dúvida que fica é se a troca por um ministro médico, mas que tem a simpatia do Palácio do Planalto, será suficiente para mudar os rumos da pandemia no Brasil. 

Neste episódio do E Tem Mais, Monalisa Perrone fala sobre as motivações políticas por trás da mais recente troca no Ministério da Saúde. Os efeitos práticos da mudança ainda são nebulosos, já que a primeira cotada para o cargo, a cardiologista Ludhmila Hajjar, acabou recusando o Ministério por discordâncias com o presidente. No episódio, a infectologista Eliana Bicudo, da Sociedade Brasileira de Infectologia, discute quais medidas deveriam vir do novo ministro para mudar os rumos da pandemia no país. Também participa da conversa a analista de política da CNN Thaís Arbex, que pontua os desgastes com o Centrão causados pela recusa de Hajjar e a guinada no discurso do governo federal.

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