PM sofre racismo em conferência da USP, MP das vacinas e mais de 10 de fevereiro

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Da CNN, em São Paulo

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A chegada de um novo lote de insumos da Coronavac em São Paulo, as novas descobertas sobre a variante brasileira do coronavírus e o racismo sofrido por um policial militar durante palestra na USP estão entre os destaques do 5 Fatos Tarde desta quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021.

Insumos da Coronavac

O Instituto Butantan recebeu hoje um novo lote de insumos para o envase da Coronavac. A carga de 5,6 mil litros chegou ao Aeroporto de Guarulhos nessa manhã. Com a matéria-prima, o Instituto Butantan deve produzir quase 9 milhões de doses do imunizante, que serão destinadas ao Plano Nacional de Imunização.

Variante brasileira

A variante do coronavírus, encontrada pela primeira vez em Manaus, pode comprometer o desenvolvimento de anticorpos contra a Covid-19. É o que afirma a Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com a OMS, as mutações detectadas podem reduzir a neutralização de anticorpos. Mas a organização diz também que são necessários estudos adicionais para avaliar se há mudanças na transmissibilidade ou na gravidade dos casos.

PM sofre racismo

O tenente-coronel da Polícia Militar Evanilson de Souza sofreu ataques racistas enquanto palestrava em uma conferência online da USP. O policial, que é negro, falava sobre o programa de combate ao racismo da corporação quando um dos participantes começou a escrever ofensas sobre a tela compartilhada. O tenente-coronel registrou boletim de ocorrência. Em nota, a USP disse que denunciou o caso ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa e que repudia qualquer demonstração de racismo.

MP das vacinas

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Antônio Barra Torres, disse hoje à CNN que o trecho da MP das vacinas que determina que a agência aprove imunizantes contra a Covid-19 autorizadas por órgãos reguladores de outro país representa risco sanitário para o Brasil. Ele disse acreditar que o texto da proposta tinha como objetivo ajudar no processo de liberação dos imunizantes, mas que infelizmente isso não se traduziu da maneira correta ao retirar da Anvisa sua capacidade de análise.

MPF cobra Fiocruz

O Ministério Público Federal (MPF) pediu explicação à Fiocruz sobre os atrasos na entrega de lotes do Insumo Farmacêutico Ativo necessário para produção da vacina de Oxford/AstraZeneca no Brasil. O MPF também pede o cronograma atualizado do contrato de encomenda tecnológica firmado entre a fundação e a AstraZeneca para envio dos insumos.

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