Reestruturação na Economia após debandada e mais da tarde de 12 de agosto

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A reestruturação do Ministério da Economia após as demissões na equipe de Paulo Guedes, as novas informações sobre a vacina russa, as vendas no comércio e a morte da avó de Michelle Bolsonaro estão entre os destaques do 5 Fatos Tarde desta quarta-feira, 12 de agosto de 2020. 

Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, avalia fazer mudanças na estrutura da pasta, após os pedidos de demissão dos secretários especiais Salim Mattar e Paulo Uebel, segundo o colunista Igor Gadelha. Uma das ideias é fundir em uma só secretaria especial as atuais secretaria de desestatização e privatização e do programa de parcerias de investimentos. A informação reforça outro bastidor da CNN, da colunista Basília Rodrigues, de que apesar da debandada na equipe, Guedes não pretende deixar o governo e que está firme com o propósito de não mexer no teto de gastos.

Avó de Michelle

A avó materna da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, morreu na madrugada desta quarta-feira (12), após ficar 42 dias internada na rede de saúde pública do Distrito Federal. A causa da morte foi pneumonia viral em decorrência do novo coronavírus.

Economia

As vendas do comércio varejista cresceram 8% em junho, na comparação com maio, segundo dados divulgados pelo IBGE. Trata-se da segunda alta consecutiva do setor, após queda nos meses de março e abril. Na comparação com junho de 2019, houve alta de 0,5%, primeira taxa positiva após três meses de perdas.

Parceria por vacina

A embaixada da Rússia no Brasil afirma que negocia com o governo da Bahia uma parceria para testes e produção da Sputnik V, primeira vacina contra o novo coronavírus registrada no mundo. Sobre a parceria com o Paraná, a representação russa confirma a assinatura da parceria na tarde desta quarta.

Vacina russa 

Ainda sobre a vacina russa, após uma aplicação em massa planejada entre os russos em outubro, o chefe do grupo que financia a pesquisa prevê que a vacina esteja disponível para outros países em novembro. Em entrevista à CNN, ele disse que já recebeu encomendas de 1 bilhão de doses.

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