Falsa couve: idosos internados por intoxicação recebem alta em MG

Foram 14 dias de internação, coma induzido e respiração mecânica após o consumo da planta tóxica 

Daniela Mallmann, da CNN Brasil, em Belo Horizonte
A "falsa couve" é na verdade uma nicotiana glauca, uma planta tóxica que se assemelha com uma couve mas que não pode ser ingerida; quatro pessoas foram hospitalizadas após comerem a planta em MG  • Reprodução/Itatiaia
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Dois idosos, de 60 e 64 anos, deixaram a Santa Casa de Misericórdia em Patrocínio, no Alto Paranaíba em Minas Gerais, nesta terça-feira (21), após ficarem 14 dias internados em estado grave.

Ambos deram entrada no hospital no dia 8 de outubro, em estado grave, depois de comerem uma planta tóxica conhecida por "falsa couve" ou "fumo bravo", que é visualmente muito parecida com uma folha de couve mas que não pode ser ingerida.

A informação da alta hospitalar foi confirmada pela secretária municipal de saúde, Luciana Rocha. "Os dois senhores do caso da intoxicação receberam alta e foram para casa de familiares. Estão bem. Recuperando.", confirmou Rocha.

 

Outro idoso, de 67 anos, e uma mulher, de 37, todos da mesma família, também consumiram a planta tóxica. O homem de 67 anos teve sintomas leves e foi liberado. A mulher teve complicações no quadro e lesões cerebrais, e acabou morrendo após seis dias de internação.

Os pacientes passaram mal após consumirem a planta por engano durante uma confraternização de família.  A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) abriu um inquérito para investigar o caso, mas a principal linha de investigação é o envenenamento acidental.