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    TJ do Rio manda mãe de Henry Borel voltar para prisão; defesa vai ao STJ

    Relator do caso avaliou que o crime que está sendo julgado é grave demais e que decisão de juíza foi equivocada.

    Pedro Duranda CNN

    no Rio de Janeiro

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    Os desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) determinaram que a mãe do menino Henry Borel volte para a prisão. O relator do processo avaliou que o crime julgado era grave demais para que uma decisão como essa fosse tomada.

    Monique Medeiros será levada por medida de segurança em um batalhão prisional, segundo decisão da 7ª Câmara Criminal, até a apuração de supostas ameças recebidas no presídio. Ela tinha migrado para a prisão domiciliar no início de abril depois de parecer da juíza Elizabeth Machado Louro, que conduz o processo na vara criminal.

    A decisão atendeu a um pleito dos advogados de Monique. A juíza informou à CNN que ainda não teve acesso ao teor da decisão da 2ª instância e, portanto, não poderia comentar.

    Os advogados de Monique informaram à CNN que além de entrar com embargos de declaração no próprio TJ –uma medida que pode atrasar a prisão– ainda irão recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Eles consideraram inadequada a decisão dos desembargadores.

    Monique Medeiros é acusada de homicídio triplamente qualificado na morte de seu filho, em março de 2021. Ela foi presa um mês depois e ficou um ano na cadeia, onde relatou ter sido ameaçada por outras detentas.

    O caso também envolve o ex-vereador do Rio de Janeiro Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho. O ex-companheiro dela também alega inocência. A juíza Elizabeth Louro ainda não decidiu se eles irão ou não a júri popular.

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