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    TJ-GO concede habeas corpus a João de Deus e reestabelece prisão domiciliar

    Médium havia voltado para a prisão no último dia 26 de agosto pela condenação de estupro de vulnerável envolvendo oito mulheres

    O médium João de Deus, acompanhado por uma das filhas, foi preso nesta quinta-feira (26) após denúncia do Ministério Público de Goiás
    O médium João de Deus, acompanhado por uma das filhas, foi preso nesta quinta-feira (26) após denúncia do Ministério Público de Goiás Luciano Rodrigues/CNN

    Evandro Furonida CNN*Henrique Andradeda CNN

    em São Paulo

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    O tribunal de Justiça do Estado de Goiás concedeu um habeas corpus para João de Deus poder ir para o regime de prisão domiciliar, informou a defesa do médium nesta terça-feira (14). Ele voltou para a prisão no último dia 26 de agosto pela condenação de estupro de vulnerável envolvendo oito mulheres.

    Segundo a nota divulgada pelos advogados do médium, o pedido pela prisão domiciliar foi acatado pelo fato de o dele ter problemas crônicos de saúde e pela sua idade avançada – João de Deus tem 79 anos.

    Esta é a segunda vez que a Justiça concede a ele a prisão domiciliar. Em 2020, ele teve o pedido acatado por ser considerado do grupo de risco da Covid-19. naquele momento, ele estava preso desde 2018.

    João de Deus já foi condenado a 65 anos e 10 meses de prisão pelos seguintes crimes:

    • Violação sexual mediante fraude, na modalidade tentada, violação sexual mediante fraude e dois estupros de vulneráveis: 19 anos e 4 meses de prisão;
    • Cinco estupros de vulneráveis: 40 anos de prisão;
    • Violação sexual mediante fraude contra uma vítima: 2 anos e seis meses de prisão;
    • Posse irregular de arma de fogo de uso permitido e posse irregular de arma de fogo de uso restrito: 4 anos de prisão;

    A Promotoria de Justiça de Abadiânia (GO), cidade onde fica localizada a Casa Dom Inácio de Loyola, onde eram realizados os trabalhos, relaciona outras 44 vítimas. Entretanto, em razão dos crimes já estarem prescritos –as acusações são entre 1986 e 2017– ou por acabar o direito de representação da parte denunciante, eles não foram considerados.

    (*Com informações de Douglas Porto e Marina Demori, da CNN)

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