Vacinação infantil, aumento nas hospitalizações em SP e mais da tarde de 21 de dezembro

5 Fatos Tarde, apresentado por Iara Oliveira, repercute as principais notícias do Brasil e do mundo

Isabela Filardi, da CNN, Em São Paulo
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A reunião a respeito da autorização do uso da Coronavac em crianças e o aumento nas hospitalizações na cidade de São Paulo são alguns dos destaques da tarde desta terça-feira, 21 de dezembro de 2021.

Coronavac para crianças

A Anvisa fará uma reunião com entidades médicas para tratar do uso da vacina Coronavac em crianças. Na semana passada, a Agência autorizou a vacina da Pfizer para crianças de 5 a 11 anos. No caso da Coronavac, a Anvisa negou em agosto um pedido para uso em pessoas de 3 a 17 anos.

Vacinação infantil contra a Covid-19

Um novo estudo da Fiocruz aponta a imunização das crianças contra a Covid-19 como uma estratégia importante para aumentar a proteção da população brasileira contra a doença. Segundo o estudo, a vacinação infantil pode ajudar a quebrar a estagnação no ritmo de imunização no país.

Suspensão de atividades da Itapemirim

O Ministério da Justiça deu 24 horas para a Itapemirim Transportes Aéreos explicar a paralisação das operações. A empresa suspendeu as atividades na última sexta-feira (17), e estima que 45 mil passageiros tenham sido afetados.

Aumento nas hospitalizações em São Paulo

O observatório da Covid-19 alertou para o aumento nas hospitalizações na cidade de São Paulo desde o início de dezembro. Segundo a organização, as duas hipóteses para o aumento podem ser tanto a disseminação da variante Ômicron do vírus quanto a epidemia de Influenza A, ou até, uma combinação das duas.

Rio mantém Réveillon

A Prefeitura do Rio de Janeiro decidiu manter os planos para o Réveillon após a confirmação do primeiro caso da variante Ômicron da Covid-19 na cidade. A Secretaria Municipal de Saúde disse que irá reforçar a fiscalização do passaporte da vacina e a aplicação da dose de reforço.

Nas redes

Nas redes sociais estão em alta as buscas pelo alerta da OMS de que a Ômicron não deve ser considerada uma variante leve do Coronavírus.

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