Análise: Julgamento reúne "players" do direito penal

Advogados que atuaram em casos emblemáticos como Mensalão e Lava Jato representarão réus em processo que começou nesta terça-feira (2). A análise é de Pedro Venceslau no CNN Novo Dia

Da CNN Brasil
Compartilhar matéria

O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus que começou nesta terça-feira (2) no Supremo Tribunal Federal (STF) reúne alguns dos mais renomados advogados criminalistas do país. Os profissionais atuarão na defesa dos acusados de tentativa de golpe de Estado. A análise é de Pedro Venceslau no CNN Novo Dia.

Entre os principais nomes está Celso Vilardi, advogado de Bolsonaro, que possui um histórico significativo em casos de grande repercussão. Professor de Direito Penal da FGV, Vilardi atuou no processo do Mensalão defendendo Delúbio Soares e também representou a Andrade Gutierrez durante a Lava Jato.

José Carlos de Oliveira Lima, conhecido como Juca, representa Walter Braga Neto no processo. O advogado ficou conhecido por sua atuação no caso do Mensalão, onde defendeu José Dirceu, conseguindo reverter sua situação jurídica. Na Lava Jato, foi responsável pela defesa de Léo Pinheiro, da OAS.

A equipe de defesa também conta com Demóstenes Torres, ex-senador por três mandatos, que agora atua como advogado de Almir Garnier. César Bittencourt, que representa Mauro Cid, também se destaca entre os criminalistas, tendo anteriormente feito críticas ao instituto da delação premiada, instrumento jurídico que agora utiliza na defesa de seu cliente.

Completam o quadro de defensores Paulo Amador Bueno, que integra a equipe de defesa de Bolsonaro e é professor da PUC-SP, Matheus Milanez, que representa Augusto Heleno, Eumar Novacki, responsável pela defesa de Anderson Torres, e Paulo Renato Cintra, que defende Alexandre Ramagem.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.