Base governista não queria que CPMI do INSS existisse, diz relator

Deputado Alfredo Gaspar afirmou à CNN que operação da PF reforça necessidade de estender investigações sobre fraudes no INSS, apesar de resistência do governo

Da CNN Brasil
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O relator da CPMI do INSS, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), afirmou em entrevista ao Hora H que a base governista demonstra resistência às investigações conduzidas pela comissão parlamentar mista de inquérito sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social.

Segundo Gaspar, representantes do governo "não queriam nem que a CPMI existisse" e agora estariam empenhados em encerrar os trabalhos o mais rapidamente possível. "A base governista não queria nem que a CPMI existisse e está torcendo muito para a CPMI acabar o mais breve possível", declarou o parlamentar.

O relator também destacou que os recentes acontecimentos envolvendo operações da PF (Polícia Federal) reforçam a necessidade de estender o prazo de funcionamento da comissão. "Esses acontecimentos deixam muito clara a necessidade de prorrogação da CPMI, porque ainda tem muito peixe graúdo para ser descoberto", afirmou Gaspar.

A CPMI do INSS foi instaurada para investigar possíveis esquemas de fraudes e irregularidades no instituto previdenciário. A operação da PF mencionada pelo relator ocorreu na quinta-feira (18) e, segundo ele, evidencia a importância de aprofundar as investigações sobre o caso.

Inicialmente, conforme mencionado durante a entrevista, havia previsão de que a comissão encerrasse seus trabalhos em março do próximo ano. No entanto, diante dos novos desdobramentos, Gaspar defende a extensão do prazo, sugerindo que ainda existem fatos relevantes a serem apurados pela comissão parlamentar.

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