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    Bolsonaristas presos pela Interpol no Paraguai são transferidos para Brasília

    Trio estava com pedido de asilo provisório no país vizinho, mas o refúgio permanente foi negado

    Max Pitangui, Rieny Munhoz e Wellington Macedo foram presos em operação
    Max Pitangui, Rieny Munhoz e Wellington Macedo foram presos em operação Divulgação/Polícia do Paraguai

    Elijonas Maiada CNN

    em Brasília

    Os três bolsonaristas presos na tarde de quinta-feira (14) no Paraguai foram transferidos, na tarde desta sexta-feira (15), para Brasília.

    Eles estavam em Foz do Iguaçu (PR). O avião com o trio desembarcou na capital federal por volta das 15h30, e eles foram levados para o Complexo da Papuda.

    Veja: Condenado por atentado em Brasília é preso no Paraguai

    São eles: Wellington Macedo, condenado por tentativa de ataque à bomba no aeroporto de Brasília, na véspera do Natal do ano passado; Max Pitangui, natural do Espírito Santo, que se mudou para o Paraguai após ter mandado de prisão expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF); Rieny Munhoz, também foragida da PF pelos atos antidemocráticos.

    A CNN teve acesso a um ofício que mostra que os investigados foram chamados para comparecer pessoalmente nesta quinta-feira na sede do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) para tratar do pedido de asilo no país.

    O órgão é responsável por aceitar ou não pedidos de refúgio no país. Ao sair do prédio, os três foram presos.

    A CNN apurou que policiais dos dois países, nessa operação internacional, tentaram prender também Oswaldo Eustáquio e Salomão Vieira de Jesus, mas eles não foram localizados.

    Salomão de Jesus não foi ao Conare porque estaria doente. Já Oswaldo Eustáquio estaria na Isla Margarita, local que só tem acesso de barco ou avião de pequeno porte.

    A reportagem não localizou a defesa dos investigados.