Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Devemos procurar ter cortes de gastos no curto, médio e longo prazo, diz Alckmin

    Vice-presidente ainda afirmou estar otimista com a regulamentação da reforma tributária

    A afirmação acontece após os ministros da equipe econômica do governo, Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento), defenderem uma agenda de revisão de gastos do governo
    A afirmação acontece após os ministros da equipe econômica do governo, Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento), defenderem uma agenda de revisão de gastos do governo Marcelo Camargo/Agência Brasil

    Gabriel GarciaJoão Rosada CNN Brasília

    O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou, neste sábado (15), que o governo federal deve procurar cortar gastos.

    A declaração foi dada após o encerramento do 17º Congresso Paulista de Transporte Rodoviário de Cargas, em Campos do Jordão (SP).

    “Não tem nenhuma definição ainda de data, mas o fato é que devemos procurar ter cortes [de gastos] no curto prazo – medidas que têm resultado mais rápido-, no médio e no longo prazo”, disse Alckmin à jornalistas.

    A afirmação acontece após os ministros da equipe econômica do governo, Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento), defenderem uma agenda de revisão de gastos do governo.

    Os ministros falaram em conjunto na portaria do Ministério da Fazenda, após reunião na última quinta-feira (13).

    “A revisão de gastos é a posição da área econômica, estamos absolutamente sintonizados.” Haddad ainda complementou, “Estamos botando bastante força nisso, fazendo uma revisão ampla e restrita para ver o que pode ser feito e para acomodar as várias pretensões legítimas do congresso e executivo, sobretudo para ter tranquilidade ano que vem”.

    Reforma Tributária

    Alckmin ainda afirmou que está otimista com a regulamentação da reforma tributária, apesar dos recentes embates entre o governo federal e o Congresso Nacional. De acordo com vice-presidente, o diálogo com o parlamento é o caminho.

    “Em política não se obriga, se convence, se conquista, e a gente faz isso com diálogo”, disse.

    “O mais difícil foi feito, porque a reforma tributária precisa de três quintos. Ela é maioria qualificada, é emenda constitucional, você está mexendo na Constituição. As outras medidas não vão precisar mexer na Constituição, pois são por lei ordinária. Então, estamos otimistas”, afirmou o vice-presidente.