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    França diz manter pré-candidatura ao governo de SP, mas PSB ainda negocia com PT

    Pré-candidato ao Palácio dos Bandeirantes nega que o ex-presidente Lula tenha pedido a desistência dele em favor de Fernando Haddad

    O ex-governador e pré-candidato ao governo de São Paulo Márcio França (PSB)
    O ex-governador e pré-candidato ao governo de São Paulo Márcio França (PSB) Gilberto Marques

    Luciana Amaralda CNN

    em Brasília

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    Pré-candidato ao governo estadual de São Paulo, Márcio França (PSB) declarou nesta segunda-feira (27) que sua pré-candidatura está mantida, apesar de pressão de parte do PT para que desista em favor de Fernando Haddad (PT). Se França desistir de se lançar ao governo de São Paulo, ele deve concorrer a uma vaga ao Senado pelo estado.

    Ele se reuniu nesta segunda à noite na sede do PSB, em Brasília, com correligionários para discutir articulações e a distribuição de recursos do fundo eleitoral do partido, de R$ 268 milhões. Além do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, estiveram presentes líderes do partido como Renato Casagrande, Beto Albuquerque, João Campos, Rodrigo Rollemberg e Paulo Câmara.

    “Sim, claro, claro [que a minha candidatura está mantida]. Até porque nós estivemos com o próprio [ex-] presidente Lula e eu disse isso a ele. (…) O ideal seria que estivéssemos todos juntos”, disse França.

    O pré-candidato do PSB quer que seu partido e o PT analisem as pesquisas de intenção de voto e não considerem apenas quem está na frente agora, mas também o potencial de cada um, para definir o eventual nome único em São Paulo.

    França se reuniu, na semana passada, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que quer voltar ao Planalto no pleito de outubro. Ele negou que Lula tenha pedido que ele desistisse de tentar se eleger ao Palácio dos Bandeirantes.

    O presidente do PSB, Carlos Siqueira, ainda vai conversar com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, para que a decisão seja tomada de forma conjunta. Uma decisão também tende a depender de negociações com os petistas em outros estados.

    Siqueira afirmou que as pendências eleitorais entre PSB e PT devem ser decididas “em bloco”. Ou seja, não deve haver decisões pontuais ao longo das próximas semanas, incluindo a situação de França. Ele citou 19 de julho como prazo para todos esses termos serem definidos.

    O vice na chapa de Lula é Geraldo Alckmin, antigo cacique do PSDB que agora está filiado ao PSB.

    O partido estuda priorizar 80% dos recursos a candidaturas do sistema proporcional, como deputados federais, com destaque a São Paulo e Pernambuco.

    Na previsão que os diretório estaduais enviaram à cúpula do PSB, as despesas estimadas já atingem cerca do dobro dos R$ 268 milhões disponíveis.

    Fotos – Os pré-candidatos ao governo paulista

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