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    Líder do governo defende reforma no sistema de inteligência do Brasil

    Segundo José Guimarães, “autonomia não pode servir de abrigo para criminosos”

    Nesta segunda, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão tendo como alvo o vereador Carlos Bolsonaro
    Nesta segunda, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão tendo como alvo o vereador Carlos Bolsonaro Câmara dos Deputados

    Luciana Amaralda CNN

    Brasília

    Em meio à crise que atinge a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o líder do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), defendeu, nesta segunda-feira (29), uma reforma no sistema de inteligência do Brasil.

    A gestão de Alexandre Ramagem (PL-RJ) à frente da Abin, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), está no centro de uma investigação da Polícia Federal (PF) por supostas irregularidades. Nesta segunda, a corporação cumpriu mandados de busca e apreensão tendo como alvo o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos), filho de Jair Bolsonaro.

    “O avanço das investigações sobre evidentes crimes praticados por integrantes da Abin deixa claro a necessidade de ampla reforma no sistema de inteligência do país. Autonomia não pode servir de abrigo para criminosos”, escreveu Guimarães no X (antigo Twitter).

    Senador da base aliada de Lula e vice-presidente da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso, Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou à CNN, quando questionado sobre o assunto, que, “se for o caso, poderemos designar uma comissão para propor um novo marco para a Abin”.

    “Ela não tem conseguido ser um órgão em favor do Estado brasileiro e, talvez, seja a hora de mudá-lo, atualizá-lo”, completou.