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    Lira diz que telefonou para Bolsonaro e defendeu Tarcísio como “um amigo a ser preservado”

    Na noite da quinta-feira, ainda antes da aprovação da reforma, Lira disse a jornalistas que havia enviado mensagem a Bolsonaro, mas não foi respondido

    Danilo Moliternoda CNN

    São Paulo

    O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), conversou por telefone com ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na noite da quinta-feira (6) sobre a votação da reforma tributária e defendeu a posição do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em relação à matéria.

    “Liguei para ele colocando justamente — sem fazer juízo de valor, nem pedir posicionamento — que essa reforma nasceu no governo dele, foi tocada dentro do Congresso, e é do Brasil“, disse o parlamentar em entrevista a jornalistas nesta sexta-feira (7).

    “E fiz a ele uma observação: de que o governador Tarcísio foi muito correto com o tratamento da PEC [Proposta de Emenda à Constituição] e que é um amigo que precisa ser acima de tudo preservado”, completou.

    Na noite da quinta-feira, ainda antes da aprovação da reforma, Lira disse a jornalistas que havia enviado mensagem a Bolsonaro, mas não foi respondido.

    O ex-presidente defendia que o texto não fosse votado e pedia que os parlamentares do PL se posicionassem contra a proposição.

    O governador de São Paulo participou de reunião do PL na manhã da quinta-feira. Tarcísio enfrentou críticas e animosidade ao ponderar a necessidade de fazer um aceno público à proposta.

    Em seu discurso na reunião, mostraram vídeos publicados, Tarcísio foi interrompido bolsonaristas — e até pelo próprio ex-presidente. Com isso, entrou em rota de colisão com o grupo e passou a ser alvo de críticas.