Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Lula defende inclusão de debate sobre mudanças climáticas no currículo escolar

    Presidente disse que vai discutir o assunto com o ministro da Educação, Camilo Santana

    Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília
    Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília Ueslei Marcelino/Reuters

    Marina Toledoda CNN

    em São Paulo

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta terça-feira (8), durante sua live semanal “Conversa com o Presidente”, que defende a inclusão de debates sobre a questão climática no currículo escolar e que vai discutir o assunto com o ministro da Educação, Camilo Santana.

    “A questão ambiental hoje está dentro da casa das pessoas. Eu, inclusive, estou defendendo que o ministro da Educação coloque no currículo escolar a questão do debate sobre o clima. Nós temos que ter aulas para as crianças sobre a questão do clima”, disse.

    “Nós vamos colocar no currículo escolar. Essa discussão eu vou fazer com o ministro Camilo, para ele fazer junto ao pessoal da Educação, porque eu acho fundamental. A questão do clima hoje não é mais uma coisa trivial, de gente que é lunático, não, a questão do clima hoje é uma coisa muito séria”, afirmou.

    Durante a live desta semana, o presidente falou sobre a Cúpula da Amazônia, que começa nesta terça em Belém, no Pará. Os oito representantes dos países amazônicos confirmaram presença.

    O presidente voltou a afirmar que os países que fizeram a Revolução Industrial têm uma dívida histórica com o planeta Terra.

    “Essa gente precisa ter em conta que a responsabilidade de cuidar do planeta não é só da Brasil, que tem a Amazônia, o cerrado, a caatinga, o pantanal… a responsabilidade é de todos. Se eles já destruíram para se industrializar, eles agora tem uma dívida do passado que é preciso repor para ajudar os países que ainda podem fazer manutenção da floresta”, disse.

    Lula ainda disse que além do dinheiro espera participação científica e engajamento dos países ricos.

    “Os países ricos acham que tudo se resolve prometendo dinheiro e não é só dinheiro. O que nós queremos é participação científica, contribuição, poder ter os recurso necessários para salvar uma espécie que está morando ali na Amazônia.”

    Veja também – Villa: Cúpula da Amazônia no Brasil é vitória do Itamaraty