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    Movimentos sociais planejam manifestações de rua para marcar 8 de janeiro

    Principais atos vão acontecer em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro

    Invasão ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) durante os atos criminosos de 8 de janeiro em Brasília
    Invasão ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) durante os atos criminosos de 8 de janeiro em Brasília Joedson Alves/Anadolu Agency via Getty Images

    Gabriela Pradoda CNN

    Brasília

    Os movimentos sociais devem priorizar as manifestações de rua ao invés do ato institucional, em Brasília, para relembrar os atos golpistas de 8 de janeiro. A avaliação de dirigentes é que é preciso marcar presença nas ruas, principalmente, em locais onde os grupos de direita costumam fazer protestos.

    “Nós avaliamos que precisamos estar presentes para além do ato institucional [marcado para a data no Congresso Nacional]. E é importante marcar a data também na capital paulista”, comentou Raimundo Bonfim, coordenador da Central de Movimentos Populares (CMP), um dos movimentos que organiza o ato em São Paulo.

    Entre os locais que devem ser palcos de ato para a data estão a Avenida Paulista, em São Paulo e a Cinelândia, no Rio de Janeiro. Na capital federal, a manifestação deve ser feita no dia anterior, para não “competir” com o ato institucional marcado no Congresso Nacional.

    Apesar de apostar na mobilização popular, os integrantes dos movimentos devem mandar representantes locais também para o ato no Congresso Nacional. Segundo Bonfim, a organização do evento em Brasília enviou convite para cerca de 100 dirigentes de movimentos sociais.

    Ato no Congresso

    O ato no Congresso Nacional, na próxima segunda-feira (8), deve reunir os presidentes dos Três Poderes. Com o nome de “Democracia Restaurada”, a cerimônia deve ter a entrega simbólica do exemplar da Constituição roubado no Supremo Tribunal Federal (STF), além de discursos do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL); do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG); do STF, Luís Roberto Barroso e; do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.