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    Na Argentina, Bolsonaro prevê encontro particular com Milei e Viktor Orbán

    Além do ex-presidente, a comitiva de direita para a posse de Milei tem cerca de 50 bolsonaristas

    Bolsonaro e Orbán devem se encontrar na posse do novo presidente da Argentina
    Bolsonaro e Orbán devem se encontrar na posse do novo presidente da Argentina 17/02/2022 - dpa/picture alliance via Getty Images

    Jussara Soaresda CNN

    Brasília

    O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terá encontro particular com o presidente eleito da Argentina, Javier Milei, antes da cerimônia de posse marcada para domingo (10). Bolsonaro também tem prevista uma reunião com o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, líder nacionalista e um dos expoentes da ultradireita mundial.

    A cerimônia de posse de Milei tem sido explorada pelos bolsonaristas como um marco para dar novo fôlego à militância no Brasil. A agenda na Argentina está sendo organizada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

    Além do ex-presidente, a comitiva de direita para a posse de Milei tem cerca de 50 bolsonaristas, mesmo sem espaço garantido na cerimônia na Casa Rosada.

    Na sexta-feira 8), o grupo de brasileiros tem um jantar programado em Buenos Aires com Bolsonaro. O ex-presidente também prevê entrevista para a imprensa local e não descarta circular pela capital argentina. A interlocutores, Bolsonaro diz ter “fãs” na cidade.

    Bolsonaro estará a acompanhado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

    A comitiva liderada por Bolsonaro prevê 30 deputados federais, quatro deputados estaduais e cinco senadores.

    Entre os governadores, devem ir:

    • Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina;
    • Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo;
    • Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro;
    • e Ronaldo Caiado (União), de Goiás.

    Nesta terça-feira (5), o ex-presidente informou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que irá viajar para a posse de Milei entre 7 e 10 de dezembro.

    De acordo com a defesa de Bolsonaro, o gesto tem o objetivo de demonstrar comprometimento com a Justiça, já que Bolsonaro responde a inquéritos que tramitam no STF. Apesar de investigado, Bolsonaro não tem proibição de sair do país, por não existirem condenações criminais contra ele.

    O ex-presidente apresentou cópias das passagens de ida e volta, com a ressalva de que irá viajar com a carteira de identidade, sem necessidade do passaporte.

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