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    Não existe nenhum problema na relação entre Congresso e STF, diz Barroso

    Presidente da Suprema Corte afirma que divergência não é um problema para a democracia

    Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), em ato em memória dos ataques criminosos de 8 de janeiro, em Brasília
    Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), em ato em memória dos ataques criminosos de 8 de janeiro, em Brasília Repodução/TV Câmara

    Lucas MendesGabriela Pradoda CNN

    Brasília

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que não há “nenhum problema” na relação entre o Congresso Nacional e a Suprema Corte, e que eventuais divergências, fazem parte a institucionalidade e a civilidade.

    “O Congresso é um dos Poderes da República, o Judiciário é outro poder, eventualmente, podem ter visões diferentes de como tratar uma matéria. Isso faz parte da vida. A divergência não é um problema na democracia. O problema na democracia é você não ser capaz de lidar com a divergência de forma institucional e civilizada. E tendo essa referência como parâmetro, não existe nenhum problema entre Congresso e STF “, comentou Barroso.

    O presidente da Corte conversou com jornalistas, nesta segunda-feira (8), após a cerimônia no prédio do STF para inaugurar uma exposição com itens recuperados e degradados na invasão do local durante os atos golpistas.

    A exposição “Após 8 de janeiro: Reconstrução, memória e democracia” busca preservar a memória institucional da Corte. A mostra contém peças que não foram recuperadas depois do vandalismo. Esses itens foram chamados de “Pontos de Memória” para relembrar a depredação do dia 8 de janeiro de 2023.

    No fim da cerimônia, antes de se dirigir para o ato no Congresso Nacional, Barroso disse ainda que ser patriota é “cumprir a Constituição”.

    “Pacificação é pensar juntos as melhores soluções para o Brasil, encontrar os consensos que estão na Constituição, portanto civilidade e patriotismo verdadeiro é cumprir a Constituição”, disse.