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    “Quanto mais explicações do ministro, melhor”, diz líder da bancada evangélica sobre Ribeiro

    Comissão de Educação do Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (24) um convite ao ministro para depoimento na próxima quinta-feira (31)

    Deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da bancada evangélica na Câmara
    Deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da bancada evangélica na Câmara Foto: Divulgação/CNN Brasil

    Gustavo Uribeda CNN

    em Brasília

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    O líder da bancada evangélica na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), avaliou nesta quinta-feira (24) que o ministro da Educação, Milton Ribeiro, prestou esclarecimentos importantes sobre as denúncias envolvendo a suspeita de tráfico de influência na pasta.

    O parlamentar defendeu, no entanto, que o ministro continue a dar explicações sobre o caso, inclusive junto ao Congresso Nacional. A Comissão de Educação do Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (24) um convite ao ministro para depoimento na próxima quinta-feira (31).

    “Quanto mais explicações e esclarecimentos, melhor. Ele mesmo já ligou para os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal se oferecendo para dar as explicações necessárias”, disse o líder da bancada à CNN.

    O parlamentar lembrou que, em entrevista nesta quarta-feira (23) à CNN, Ribeiro explicou que indícios de irregularidades foram investigados pela Controladoria-Geral da União (CGU) no ano passado, que retomou a apuração nesta semana.

    Na terça-feira (22), o jornal “Folha de S.Paulo” divulgou áudio atribuído ao ministro no qual ele diz que o governo federal prioriza prefeituras cujos pedidos de liberação de verba foram negociados por dois pastores evangélicos.

    No meio da tarde, o ministro se posicionou. Em nota, o ministro informou que o repasse de recursos federais ocorre seguindo a legislação orçamentária, e critérios técnicos do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE).

    “Não há nenhuma possibilidade de o ministro determinar alocação de recursos para favorecer ou desfavorecer qualquer município ou estado”, disse.

    Na entrevista à CNN, o ministro negou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tenha feito pedido para que a pasta favorecesse a dupla de pastores recebidos no Ministério da Educação . Ele disse também que não deixará o cargo.

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