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    Quem é Daniel Bialski, advogado que deixou a defesa de Michelle Bolsonaro

    Especialista em Direito Penal já defendeu políticos como Sérgio Cabral, Milton Ribeiro e Carla Zambelli

    Tiago Tortellada CNN

    em São Paulo

    Especialista em Direito Penal, o advogado Daniel Bialski deixou a defesa da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) no caso das joias recebidas pelo governo brasileiro durante o mandato de Jair Bolsonaro (PL) que teriam sido vendidas ilegalmente.

    Bialski já defendeu Michelle anteriormente e também advogou para políticos de destaque no cenário nacional, como o ex-governador do Rio Sérgio Cabral e, mais recentemente, a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).

    Veja também — À CNN, Bialski disse que ex-primeira-dama estava tranquila sobre joias

    Quem é Daniel Bialski

    Daniel Leon Bialski se formou em Direito na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) em 1992. Ele se tornou mestre em Processo Penal pela mesma instituição, em 2008.

    Após se formar na graduação, tornou-se sócio do escritório de seu pai, Helio Bialski, o qual mudou de nome para Bialski Advogados Associados.

    Também atua na esfera do Direito Administrativo Sancionador, principalmente em processos administrativos disciplinares nos órgãos censores de classe (em especial na Corregedoria da Polícia Civil).

    É membro do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais e da Comunidade de Juristas de Língua Portuguesa. Foi vice-presidente da Comissão de Prerrogativas da Seccional Paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entre os anos de 2008 e 2009.

    Fora da esfera penal, Daniel Bialski ocupou cargos como presidente da Sinagoga Beth-el — templo religioso frequentado por seus avôs e pais –, em São Paulo; presidente do Clube A Hebraica de São Paulo; tesoureiro da Sinagoga Beith Chabad Central; diretor do Museu Judaico de São Paulo; primeiro vice-presidente da Confederação Israelita do Brasil; e como membro do Conselho de Ética e conselheiro do Corinthians.

    O advogado já defendeu Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro, e o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro; e ainda representa, por exemplo, a deputada federal Carla Zambelli (PL) e o técnico de futebol Cuca.

    Bialski assumiu a defesa de Michelle Bolsonaro no dia 14 de agosto. Entretanto, oito dias depois, em 22 de agosto, informou a saída do caso. Segundo pontuou, isso foi feito em “comum acordo”. “Justamente porque os advogados que atualmente representam o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) poderão e a representarão habilmente, daqui por diante, neste caso”, declarou em nota.