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    Restauração do acervo do Museu do Senado danificado no dia 8 de janeiro custou R$ 483 mil

    Lista de itens recuperados incluiu pinturas, esculturas, cadeiras e paneis

    Tapeçaria do artista Roberto Burle Marx após ser restaurada
    Tapeçaria do artista Roberto Burle Marx após ser restaurada Roque de Sá/Agência Senado

    Leonardo RibbeiroThayana Araújoda CNN

    A restauração do acervo do Museu do Senado, danificado durante os atos criminosos do dia 8 de janeiro, custou R$ 483 mil.

    Os cálculos levaram em consideração a soma do número de horas trabalhadas pelos profissionais de conservação, os custos de insumos e equipamentos, além da contratação de prestação de serviços referentes a cada objeto.

    Ao todo, segundo documento obtido pela CNN, 20 itens precisaram ser restaurados. Entre eles uma tapeçaria do artista Roberto Burle Marx, que foi arrancada da parede do Salão Negro e rasgada. A recuperação custou R$ 250 mil.

    Outra obra de arte que figura entre as mais caras para restauração está um painel de Athos Bulcão, que foi arranhado por estilhaços de vidro. O custo para revitalização da peça foi de R$ 143,6 mil.

    O serviço foi realizado em parceria com a Secretaria de Cultura do Distrito Federal, que cedeu especialistas para auxiliar na recuperação da peça.

    A lista de itens que precisaram ser recuperados estão cadeiras, estantes, puxadores de bronze, telas e esculturas.

    Os gastos excluem a pintura a óleo do século 19 “Ato da Assinatura da Primeira Constituição”, do artista Gustavo Hastoy. A restauração está em fase de contratação. A estimativa é de que custe R$ 800 mil.