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    Suspeitos de agressão a Moraes pedem redistribuição do caso no STF

    Advogados de defesa também cobram acesso às imagens do aeroporto de Roma, onde os fatos teriam ocorrido

    Alexandre de Moraes foi hostilizado em julho, quando estava no aeroporto de Roma acompanhado de sua família
    Alexandre de Moraes foi hostilizado em julho, quando estava no aeroporto de Roma acompanhado de sua família Reprodução TV Justiça

    Elijonas Maia

    Brasília

    Os três suspeitos de hostilizar e agredir o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediram a redistribuição do caso na Corte.

    Eles também pedem acesso às imagens do circuito de segurança do aeroporto de Roma enviadas ao Brasil pelas autoridades italianas.

    O advogado Ralph Tórtima argumenta que o caso foi incluído em um inquérito que investiga os ataques às sedes dos três poderes — relatado pelo próprio Moraes — sem que a situação investigada tenha “mínima vinculação com aquele episódio.”

    “Por muito evidente, os fatos ora apurados em nada se relacionam com os acontecimentos do dia 8 de janeiro, o que torna incorreta a distribuição por prevenção, devendo-se, estes, serem redistribuídos por livre sorteio”, sustenta Tórtima.

    Relembre o caso

    No dia 14 de julho, o ministro Alexandre de Moraes estava acompanhado da família, no aeroporto internacional de Roma, quando foi confrontado por brasileiros, segundo ele mesmo denunciou à PF.

    Uma mulher teria hostilizado Moraes, chamando-o de “bandido, comunista e comprado”. Outro teria aumentado os insultos e, logo depois, teria agredido fisicamente o filho do ministro.

    Os brasileiros identificados pela PF são: o casal Roberto Mantovani Filho e Andreia Munarão; o genro deles, Alex Zanatta Bignotto; e o filho, Giovanni Mantovani.Os suspeitos admitem o embate, mas negam as agressões.

    Segundo eles, Moraes usou a palavra “bandido” para se referir a um deles.As imagens do circuito de segurança do aeroporto estão Brasil desde o fim de agosto. Estão sendo analisadas frame a frame pelo setor de inteligência da PF.

    Veja também: CNN tem acesso a vídeos da agressão a Moraes