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    Tarcísio foi aconselhado a não repetir “erro” de Doria nem Zema, dizem fontes

    Governador de São Paulo declarou que não será candidato ao Planalto nas próximas eleições gerais

    Governador de São Paulo declarou que não será candidato ao Planalto nas próximas eleições gerais
    Governador de São Paulo declarou que não será candidato ao Planalto nas próximas eleições gerais Flickr/Governo do Estado de São Paulo

    Basília Rodriguesda CNN

    em Brasília

    A declaração de Tarcísio Freitas (Republicanos) de que não vai disputar a Presidência da República, nas eleições de 2026, vem após uma série de conversas com aliados políticos de que ele teria mais chance de ser reeleito ao Palácio dos Bandeirantes e deveria pleitear o Planalto somente em 2030.

    Em entrevista ao Flow News, Freitas declarou que não será candidato ao Planalto nas próximas eleições gerais.

    O diagnóstico, afirmam estrategistas do governador paulista, é não cometer o que consideram ter sido um “erro” do ex-governador João Doria (PSDB) e que estaria sendo repetido pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo): o de se lançar na disputa nacional antes da hora.

    Doria travou disputa com o então presidente Jair Bolsonaro (PL), em meio às ações do poder público contra pandemia. O papel fundamental no processo de vacinação do país, em 2021, lhe rendeu boa avaliação popular, que se perdeu em meio a embates políticos de Doria, inclusive dentro do PSDB, na avaliação dessas fontes.

    No caso de Zema, as recentes declarações do governador mineiro sobre a reforma tributária têm sido vistas por auxiliares de Tarcísio como má estratégia de nacionalizar a imagem dele.

    VÍDEO: Tarcísio de Freitas descarta candidatura à Presidência em 2026

    Para aliados do governador paulista, há um cenário possível de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2026, o que garantiria ao petista oito anos consecutivos no Planalto, somado o atual mandato.

    Por isso, a melhor opção para o político do Republicanos seria se consolidar no governo de São Paulo antes de alçar voos maiores.

    Desde 1998, o eleitorado brasileiro tem optado pela reeleição do presidente da República, com exceção de 2022, em que Bolsonaro perdeu.

    Repetindo o padrão de reeleições, aliados de Tarcísio acreditam que se escolhido presidente da República, em 2030, ele teria chances naturais de repetir o resultado em 2034.