Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Vamos trazer o ministério de volta a sua gestão civil, diz Queiroga à CNN

    Ministro já decidiu fazer pelo menos duas trocas na equipe do ministério: na Secretaria Executiva e na Secretaria de Atenção Especializada à Saúde

    Igor Gadelhada CNN

    Ouvir notícia

    Em sua primeira declaração pública como ministro da Saúde empossado, o cardiologista Marcelo Queiroga afirmou à CNN, na noite desta terça-feira (23), que chega ao comando da pasta com a missão de trazê-la de volta para sua gestão civil.

    “Vamos criar a ideia na população de que o ministério está trabalhando para combater a Covid-19. Vamos trazer o ministério de volta para sua gestão civil”, afirmou o médico, que substituiu o general do Exército Eduardo Pazuello no comando da pasta.

    Queiroga já decidiu fazer pelo menos duas trocas na equipe do ministério: na Secretaria Executiva e na Secretaria de Atenção Especializada à Saúde. Na gestão Pazuello, ambas eram comandadas por militares: os coronéis de Exército Élcio Franco e Franco Duarte, respectivamente.

    Segundo apurou a CNN, o novo ministro pretende indicar como seu secretário-executivo o engenheiro Rodrigo Cruz, atual número 2 do Ministério da Infraestrutura. Já para a Secretaria de Atenção Especializada à Saúde, o nome mais cotado é o do ortopedista Sérgio Okane.

    Prioridade máxima

    O novo titular da Saúde disse ainda à CNN que sua “prioridade máxima” será o combate à pandemia, com foco na ampliação da vacinação. “Vamos fazer uma gestão técnica, com diálogo com a comunidade científica, para fortalecer o SUS”, afirmou.

    Queiroga ressaltou que, nesta quarta-feira (24), deverá participar do encontro do presidente Jair Bolsonaro com outros chefes de poderes, pela manhã, no Palácio da Alvorada. À tarde, tem prevista uma reunião com secretários estaduais de saúde.

    O cardiologista foi empossado como novo ministro da Saúde no início da tarde desta terça-feira (23) em uma cerimônia fechada no gabinete de Bolsonaro, no Planalto. “Não é hora de celebrações. É hora de trabalhar para vencer essa doença”, disse à CNN.

    Mais Recentes da CNN