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    Veja quem são os presos em operação da PF por atos criminosos em Brasília

    CNN apurou que a PF cumpre três mandados de prisão em São Paulo – entre a capital paulista e Campinas –, dois no Distrito Federal (DF), um em Minas Gerais, um no Rio de Janeiro e um no Mato Grosso do Sul

    Leonardo RibbeiroBasília RodriguesLucas SchroederLéo Lopesda CNN

    em Brasília e São Paulo

    A Justiça expediu oito mandados de prisão preventiva para a Operação Lesa Pátria, deflagrada pela Polícia Federal (PF), nesta sexta-feira (20), com o objetivo de identificar pessoas que participaram, financiaram ou fomentaram os atos criminosos de 8 de janeiro em Brasília.

    CNN apurou que a PF cumpre oito mandados de prisão em São Paulo – entre a capital paulista e Campinas –, dois no Distrito Federal (DF), um em Minas Gerais, um no Rio de Janeiro, um no Mato Grosso do Sul e um em Goiás.

    Ao menos cinco pessoas já foram presas pela PF. Veja abaixo quatro delas:

    Ramiro Junior

    Entre os presos está Ramiro Junior, de 49 anos, conhecido como Ramiro dos Caminhoneiros. Ele foi preso na cidade de São Paulo, no bairro do Ipiranga.

    Ramiro Junior, de 49 anos, conhecido como Ramiro dos Caminhoneiros, foi preso nesta sexta-feira (20) pela Polícia Federal por envolvimento com os atos criminosos em Brasília no dia 8 de janeiro.
    Ramiro Junior, de 49 anos, conhecido como Ramiro dos Caminhoneiros, foi preso nesta sexta-feira (20) pela Polícia Federal por envolvimento com os atos criminosos em Brasília no dia 8 de janeiro. / Reprodução

    Nas redes sociais ele se apresenta como “patriota a serviço do transporte”.

    Ramiro Junior foi candidato a deputado federal por São Paulo pelo PL (Partido Liberal) nas eleições de 2022. Com 4.542 votos, ele ficou como suplente da Câmara dos Deputados.

    Ainda na casa de Ramiro, os policiais encontram uma bandeira com os seguintes dizeres: “Caminhoneiros vão parar! Não reconhecemos mais os membros do STF, STJ, TSE e Congresso. Basta! Sem eles o Brasil cresce. Houve fraude sim. TSE adulterou os votos. Pedimos apoio do povo. Se tiver lockdown, a rodagem para!”.

    Randolfo Antonio Dias

    Em Minas Gerais, na capital Belo Horizonte, a PF deteve Randolfo Antonio Dias. Ele incitava ações ilegais, como bloqueio de refinarias, e enviava áudios desejando a morte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

    Randolfo Antônio Dias foi preso pela Polícia Federal (PF), nesta sexta-feira (20), em Belo Horizonte.
    Randolfo Antônio Dias foi preso pela Polícia Federal (PF), nesta sexta-feira (20), em Belo Horizonte. / Reprodução

    Renan Silva Sena

    No Distrito Federal, a PF prendeu Renan Silva Sena, demitido do Ministério dos Direitos Humanos em maio de 2020, após divulgar um vídeo com ofensas contra autoridades.

    Com ele, os policiais localizaram R$ 22 mil.

    Renan Silva Sena foi preso pela Polícia Federal, nesta sexta-feira (20), no Distrito Federal. Envolvido nos atos criminosos em Brasília do dia 8 de janeiro, ele pediu intervenção militar e criticou ministros do STF
    Renan Silva Sena foi preso pela Polícia Federal, nesta sexta-feira (20), no Distrito Federal. Envolvido nos atos criminosos em Brasília do dia 8 de janeiro, ele pediu intervenção militar e criticou ministros do STF / Reprodução

    A casa de Renan Sena estava trancada e teve o portão arrombado por agentes para o cumprimento de mandado de busca e apreensão.

    Soraia Bacciotti

    No Mato Grosso do Sul, a PF deteve Soraia Bacciotti. Ela é intérprete de libras e também participava de bolsonaristas radicais.

    Soraia foi atuante na campanha do deputado estadual Capitão Contar (PRTB) ao governo do Mato Grosso do Sul em 2022. Ele foi derrotado por Eduardo Riedel (PSDB) no 2º turno.

    Soraia Bacciotti foi presa, nesta sexta-feira (20), pela Polícia Federal (PF) em Mato Grosso do Sul por envolvimento nos atos criminosos de 8 de janeiro em Brasília.
    Soraia Bacciotti foi presa, nesta sexta-feira (20), pela Polícia Federal (PF) em Mato Grosso do Sul por envolvimento nos atos criminosos de 8 de janeiro em Brasília. / Reprodução