Anvisa pede ao governo federal restrição de voos de mais quatro países da África

Agência ainda reitera que solicita há mais de um ao Comitê Interministerial a adoção de quarentena para entrada no país

Anvisa recomendou ainda a solicitação de vacinação completa contra a Covid-19 para ingresso no Brasil
Anvisa recomendou ainda a solicitação de vacinação completa contra a Covid-19 para ingresso no Brasil Marcello Casal Jr./Agência Bras

Douglas Portoda CNN*

em São Paulo

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enviou, nesta quarta-feira (1º), um ofício à Casa Civil solicitando a restrição de voos de mais quatro países africanos: Angola, Malawi, Moçambique e Zâmbia, devido à variante Ômicron do coronavírus.

Entretanto, mesmo com a recomendação, um voo partindo de Luanda, capital de Angola, tem pouso estimado no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, a 1h30 da madrugada, desta sexta-feira (3), com 300 passageiros.

No comunicado, a Anvisa ainda reitera que solicita há mais de um ao Comitê Interministerial a adoção de quarentena ou auto quarentena para a entrada de viajantes no Brasil.

Segundo a Agência, caso as medidas fossem cumpridas ajudariam na “contenção da disseminação da doença pela interrupção da cadeia de transmissão de variantes do vírus, já que visa evitar o contato do viajante com outras pessoas suscetíveis.”

Ainda é recomendando a solicitação do certificado de vacinação completa para ingresso no país, citando que ele é “ainda mais necessário diante da identificação da variante ômicron em território nacional e do consequente esforço para a sua contenção.”

O ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, havia anunciado, em 26 de novembro, a suspensão de voos para seis países do continente africano para o Brasil: África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

Nogueira, à época, explicou que a decisão tomada em conjunto pela Casa Civil, Ministério da Infraestrutura, Ministério da Saúde e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública seria para” resguardar os brasileiros nessa nova fase da pandemia naquele país”.

(*Com informações de Caio Junqueira, da CNN)

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