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    Brasil recebe novo lote com mais de 600 mil vacinas da Pfizer nesta quarta (7)

    Doses contra a Covid-19 serão destinadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde

    Brasil recebe mais vacinas da Pfizer contra a Covid-19
    Brasil recebe mais vacinas da Pfizer contra a Covid-19 Foto: Myke Sena/Ministério da Saúde

    Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo

    O Brasil recebe nesta quarta-feira (7) mais uma remessa com 600,2 mil doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19. O lote desembarcará no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e será destinado ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde.

    Com a entrega, a farmacêutica Pfizer soma 16 milhões de doses distribuídas ao governo brasileiro desde abril. 

    Este é o 22º lote de vacinas contra a Covid-19 entregue pela Pfizer; a remessa faz parte do primeiro contrato, assinado em março deste ano, que prevê 100 milhões de vacinas até o final de setembro.

    Outro acordo, firmado em maio, estabelece outras 100 milhões entre outubro e dezembro. 

    De acordo com informações da Agência CNN, até esta terça-feira (6) 104,97 milhões de vacinas já haviam sido aplicadas no país, um total de 49,57 a cada 100 habitantes. 

    “Vacina da Pfizer segue ‘extremamente eficaz’ contra a Covid-19”

    A médica infectologista e epidemiologista Luana Araújo reforçou nesta terça-feira (6), em entrevista à CNN, que a vacina da Pfizer contra a Covid-19 continua sendo uma proteção eficaz contra a variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia.

    De acordo com autoridades de Saúde de Israel, uma pesquisa identificou que o imunizante perde eficácia contra a nova cepa. O levantamento apontou que, em fevereiro, o medicamento foi 95,8% eficaz em termos de prevenção de infecções. Já em junho, a medida caiu para 64%. 

    “Os dados trazem para nós um outro conceito, o de efetividade, que é como a vacina se comporta frente às variantes no mundo real”, explicou Araújo à CNN. “Apesar de ter uma redução nesta proteção contra o adoecimento, continua sendo uma arma extremamente eficaz contra a doença grave”, disse Luana Araújo.