Brasil registra 1.689 mortes e 66.017 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 h

No total, país já soma 472.531 óbitos e 16.907.425 infecções pelo novo coronavírus

Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo

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Neste sábado (5), foram registradas 1.689 mortes e 66.017 novos casos de Covid-19 no Brasil, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), referentes às últimas 24 horas.

Com a atualização, o país soma 472.531 mortes e 16.907.425 infecções pelo novo coronavírus desde o início da pandemia, em março de 2020. 

A média móvel de mortes pela Covid-19 permanece em um patamar alto. Neste sábado a média móvel de óbitos, referentes aos últimos sete dias, está em 1.639. O pico da média móvel de mortes foi atingido em abril deste ano, o mês mais letal da pandemia, quando o número chegou a 3.124. 

Leitos de UTI e enfermaria para Covid-19 em hospitais do interior de SP (18.dez.
Leitos de UTI e enfermaria para Covid-19 em hospitais do interior de SP (18.dez.2020)
Foto: Reprodução/CNN

 

O Brasil ocupa a segunda colocação no ranking mundial em número de mortes, atrás dos EUA. Já em número de casos, o país é a terceira nação com maior número, atrás apenas dos EUA e da Índia, segundo dados da Universidade Johns Hopkins. 

Cinco estados brasileiros já somam mais de 1 milhão de infectados pela Covid-19, são eles: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Bahia. 

Entre os estados que mais registraram mortes pela doença, em primeiro lugar está São Paulo, com 113,4 mil óbitos, depois o Rio de Janeiro, com 51,4 mortes e em seguida Mias Gerais, com 41,4 vítimas fatais.

Novas vacinas no Brasil

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou por 4 votos a 1, nesta sexta-feira (4), a importação temporária e excepcional da vacina Sputnik V, da Rússia, e da vacina Covaxin, da Índia, mas com restrições para o uso de ambos os imunizantes no país. Grávidas, pessoas com doenças crônicas não controladas, pessoas com HIV e com histórico de anafilaxia pós-vacinação não devem tomar a vacina.

O gerente-geral da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Gustavo Mendes explicou de que forma as vacinas Sputnik V, da Rússia, e Covaxin, da Índia, serão aplicadas no Brasil.

“Foi elencada uma série de condicionantes para que se pudesse fazer o uso controlado, vinculado a estudos que mostrem que realmente teriam efetividade essas vacinas. A estratégia pensada foi nesse sentido, as vacinas ainda estão sob observação, em uma quantidade pequena, para que esses dados sejam gerados para a gente ter segurança e informações mais robustas sobre as vacinas”, explicou Mendes. 

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