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    Contrariando a Anvisa, ministro da Justiça é contra exigir vacinação de viajantes

    Agência anunciou nesta quinta que recomendou ao governo brasileiro que adote o passaporte de imunização para a entrada no país

    Rachel Vargasda CNN , em Brasília

    No dia em que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou ao governo brasileiro que adote o passaporte de imunização como critério para viajantes entrarem no Brasil, o Ministro da Justiça, Anderson Torres, declarou ser contrário à medida.

    “Não precisa. [A vacinação] Não impede a transmissão da doença”, declarou Torres à imprensa após um evento em local fechado em que esteve, sem máscara, ao lado do presidente Jair Bolsonaro.

    O ministério da Justiça, o ministério da Saúde e a Casa Civil são as pastas responsáveis por definir o regramento relacionado às fronteiras durante a pandemia.

    A declaração, segundo Torres, não representa, por enquanto, a decisão do governo. “É uma posição do ministro da justiça. Não tem nada decidido ainda”, afirmou.

    Nesta quinta-feira (25), a Anvisa publicou duas notas técnicas com orientações sobre a entrada de viajantes no país.

    A recomendação vale para quem entrar no país pelas fronteiras terrestres e aéreas, a agência recomenda como requisito a necessidade de que o viajante esteja com a vacinação completa.

    Segundo a Anvisa, o conteúdo busca subsidiar as decisões interministeriais, a partir de recomendação técnica, sobre eventuais restrições para a entrada no território brasileiro. As notas foram enviadas à Casa Civil no dia 12 de novembro.

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