Covid-19: Brasil segue tendência de queda e tem menor média móvel de mortes do ano

Pelo quarto dia seguido, a média móvel de óbitos no país foi a mais baixa do ano, ficando em 621 nesta quinta-feira (2)

Vacinação contra a Covid-19 em Ceilândia (DF)
Vacinação contra a Covid-19 em Ceilândia (DF) Breno Esaki/Agência Saúde DF

Lucas Rochada CNN

em São Paulo

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O Brasil registrou 764 mortes e 26.280 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas. Pelo quarto dia seguido, a média móvel de óbitos no país foi a mais baixa do ano, ficando em 621 nesta quinta-feira (2). Os dados são do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

O país tem um total de 581.914 mortes e 20.830.495 casos confirmados da doença desde o início da pandemia, em março de 2020.

Terceira dose x intercâmbio de vacinas

A intercambialidade entre as vacinas contra a Covid-19 é alvo de diversas pesquisas científicas no Brasil e no mundo. Os resultados dos estudos apontam que, em geral, a aplicação de vacinas diferentes, chamada tecnicamente de esquema heterólogo, apresenta segurança e pode levar ao aumento da resposta imunológica contra a doença. No entanto, especialistas ressaltam que os resultados da maior parte das análises são preliminares. Leia mais.

Pela primeira vez, o governo de São Paulo admitiu que o ideal seria aplicar uma vacina diferente da Coronavac para a terceira dose contra a Covid-19. Em entrevista à CNN nesta quinta-feira (2), o secretário estadual da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, afirmou que a aplicação desse reforço poderá ser feita com um imunizante diferente do restante do esquema vacinal. Leia mais.

Em entrevista à CNN nesta quinta-feira, o epidemiologista e especialista em imunização José Cássio de Morais também afirmou que é melhor que idosos acima de 80 anos e pessoas imunossuprimidas (transplantadas recentemente, com câncer e queimaduras graves) não recebam a terceira dose da Coronavac. Leia mais.

Anvisa suspende a importação e uso da proxalutamida

O colegiado da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) foi unânime na decisão referente à suspensão cautelar da importação e uso de produtos contendo a substância proxalutamida para fins de pesquisa científica envolvendo seres humanos no Brasil. O medicamento foi exaltado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no tratamento da Covid-19, em julho, ao receber alta do hospital, em São Paulo. Leia mais.

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