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    Onze estados registram mortes pela variante H3N2 da influenza

    Três estados confirmam cenário de epidemia e cinco afirmam que estão em situação de surto pela doença

    Apenas dois estados não registram casos da variante H3N2 da influenza
    Apenas dois estados não registram casos da variante H3N2 da influenza CDC/Unsplash

    Douglas PortoGiulia AlecrimJulyanne Jucáda CNN

    em São Paulo

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    Onze estados já registraram mortes pela variante H3N2 da influenza até o fim da tarde desta terça-feira (11), segundo levantamento da Agência CNN.

    Os óbitos foram confirmados em Pernambuco, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí e Paraíba.

    Três estados reconhecem cenário de epidemia: Rio de Janeiro, Paraíba e Pernambuco. Outros cinco afirmam que estão em situação de surto: Espírito Santo, Rondônia, Rio Grande do Norte, Goiás e Pará.

    Apenas dois estados ainda não registraram casos de síndrome gripal pela nova variante: Acre e Alagoas.

    O Ministério da Saúde afirma que “avalia com atenção o aumento de casos de influenza nos estados”. A pasta ainda declara que “não há pendência no envio de doses de vacinas contra a gripe para nenhum estado.”

    “As 80 milhões de doses de vacinas adquiridas para a Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza foram distribuídas aos estados e Distrito Federal de forma proporcional e destinada aos públicos específicos da campanha”, alega o Ministério da Saúde em nota à CNN.

    Segundo o Painel Influenza do governo federal, já foram aplicadas 67,9 milhões de doses da vacina contra a gripe até o momento. Entretanto, o número fica cerca de 12 milhões abaixo do público alvo estipulado, de 79,7 milhões.

    A vacina disponível neste ano para a Influenza não foi projetada para conter justamente a cepa que está em circulação, chamada de Darwin. Ela está entre as mutações eleitas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no ano passado.

    A cepa Darwin, identificada em amostras coletadas pelas chamadas unidades sentinelas da vigilância da gripe, pertence ao grupo dos vírus H3N2, mas, neste ano, a mutação escolhida para a vacina foi outra, a cepa nomeada de Hong Kong.

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