Painel da Vacina: Brasil vai a 62º no ranking global e é 4º no total de doses

País já aplicou 57,9 milhões das vacinas contra a Covid-19; são 27,37 doses aplicadas a cada 100 pessoas

Vacinação contra o coronavírus em Botucatu, interior de São Paulo
Vacinação contra o coronavírus em Botucatu, interior de São Paulo Foto: Vitor Orsola/Uai Foto/Estadão Conteúdo

Julyanne Jucá e Vital Neto, da CNN, em São Paulo

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O Brasil caiu duas posições e é o 62º no ranking global de aplicação de doses da vacina contra Covid-19 nesta segunda-feira (17), na relação a cada 100 habitantes. O país, que iniciou a vacinação há exatamente quatro meses, já esteve na 56ª posição desse ranking e, na última sexta-feira (14), ocupava a 60ª posição

Entre os países que compõem o G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, o país desceu uma posição – e está em 10º. Segundo os dados atualizados pela Agência CNN, o Brasil aparece com 27,37 doses aplicadas a cada 100 habitantes.

O Reino Unido segue na liderança da lista, com 83,49. Os Estados Unidos estão em segundo, com 81,79. O Canadá fica na terceira posição (48,79), seguido pela Alemanha (47,04), Itália (45,34) e França (42,81). A Arábia Saudita (32,80) está em 7º lugar, seguida pela Turquia, com 30,56 doses da vacina contra a Covid-19 aplicadas a cada 100 habitantes.

Painel da Vacina – 17 de maio
Painel da Vacina desta segunda-feira (17)
Foto: CNN

Considerando os números absolutos da vacinação, a China continua com a liderança do ranking, com quase 407 milhões de doses já aplicadas. Os Estados Unidos ficam em segundo lugar, com 273,5 milhões de doses aplicadas.

Na sequência, aparece a Índia, com 182 milhões de doses aplicadas e ainda enfrenta uma forte onda de contaminações e mortes por Covid-19 – ultrapassando marcas históricas nas últimas semanas.

O Brasil permanece em quarto lugar, com 57,9 milhões de doses aplicadas – mesma posição se considerarmos os países do G20. 

O Reino Unido fica na 5ª posição, com 56,6 milhões de doses aplicadas. Os dados foram compilados pela Agência CNN com informações das secretarias estaduais de Saúde e do site Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, no Reino Unido.

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