Saúde recomenda 2ª dose de reforço contra a Covid-19 para idosos acima de 60 anos

Decisão amplia o público alvo para a imunização com novo reforço no país, que já contemplava imunossuprimidos com 12 anos ou mais e idosos acima de 70 anos

Vacinação contra a Covid-19 em Itaboraí (RJ)
Vacinação contra a Covid-19 em Itaboraí (RJ) Sandro Giron/Prefeitura de Itaboraí

Lucas Rochada CNN

em São Paulo

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O Ministério da Saúde incluiu, nesta quarta-feira (18), idosos a partir de 60 anos na recomendação para a aplicação da segunda dose de reforço das vacinas contra a Covid-19.

A segunda dose de reforço deve ser feita quatro meses após a primeira. A orientação é que o segundo reforço seja feito, preferencialmente, com a Pfizer.

Segundo o ministério, as vacinas da Janssen e AstraZeneca também podem ser utilizadas, independentemente do imunizante anterior. Com a nova recomendação, 24,2 milhões de brasileiros acima de 60 anos estão aptos para se imunizar com a segunda dose de reforço.

A decisão amplia o público alvo para a imunização com um novo reforço no país. Até então, a segunda dose de reforço era recomendada apenas para idosos acima de 70 anos, imunocomprometidos, além das pessoas com mais de 60 anos que vivem em instituições permanente.

De acordo com o Ministério da Saúde, a recomendação tem como base estudos que apontam que essa estratégia aumenta em mais de cinco vezes a imunidade uma semana após a aplicação.

O ministério orienta que estados e municípios sigam a nova orientação de acordo com a disponibilidade de doses. O calendário de imunização deve priorizar as faixas etárias mais avançadas, com 90 anos de idade ou mais, seguida de 80 a 89 anos e assim sucessivamente, até que todos os idosos sejam contemplados com o segundo reforço.

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