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    Bard: Google processa golpistas que usaram sua IA para instalar malware

    Google lançou o Bard, chatbot de inteligência artificial, publicamente em março

    Google lançou o Bard publicamente em março
    Google lançou o Bard publicamente em março 05/12/2018REUTERS/Arnd Wiegmann

    Por Blake Brittain, da Reuters

    O Google entrou nesta segunda-feira (13) com uma ação em um tribunal dos Estados Unidos contra indivíduos acusados de comercializar falsos “downloads” de seu chatbot de inteligência artificial Bard para instalar malware (sodtwares maliciosos) nos computadores das vítimas.

    A companhia afirmou que os supostos golpistas estão usando indevidamente suas marcas registradas com nomes como “Google AI” e “AIGoogleBard” para induzir os usuários a instalarem o malware, que, segundo a gigante da tecnologia, permite que os réus roubem credenciais de login de mídias sociais.

    A defensora geral do Google, Halimah DeLaine Prado, disse em um comunicado que os golpistas “enganaram várias pessoas em todo o mundo” e que a empresa entrou com quase 300 solicitações de remoção relacionadas.

    Prado disse que tais ações judiciais são “uma ferramenta eficaz para estabelecer um precedente legal e interromper as ferramentas usadas pelos golpistas”.

    O Google lançou o Bard publicamente em março.

    A ação judicial apresentada nesta segunda diz que os golpistas usam publicações em redes sociais para anunciar downloads gratuitos do Bard, que na realidade não pode ser baixado. Em seguida, eles usam o malware baixado pelas vítimas para assumir o controle de suas contas de mídia social.

    A empresa disse que os alvos do esquema incluem pequenas empresas e outros anunciantes do Facebook.

    O Google também acusou os réus de violarem seus termos de serviço ao se fazerem passar pela empresa e hospedarem o malware no Google Sites e no Google Drive.

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