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    Próxima missão lunar funcionará como trampolim para viagens para Marte, diz Nasa

    Na apresentação desta quarta-feira (3), agência deu um panorama geral do programa Artemis 1

    A pilha de foguetes Artemis 1 pode ser vista ao nascer do sol em 23 de março no Kennedy Space Center, na Flórida.
    A pilha de foguetes Artemis 1 pode ser vista ao nascer do sol em 23 de março no Kennedy Space Center, na Flórida. NASA/Ben Smegelsky

    Ingrid Oliveirada CNN

    em São Paulo

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    A Nasa apresentou, nesta quarta-feira (3) os planos da Artemis 1, missão lunar não-tripulada com a espaçonave Orion e o Sistema de Lançamento Espacial, e que, segundo a agência, funcionará como um “trampolim” para missões tripuladas em Marte.

    “Através do programa Artemis, pousaremos a primeira mulher e a primeira pessoa negra na Lua, abrindo caminho para uma presença lunar de longo prazo e servindo como um trampolim para enviar astronautas a Marte”, disseram.

    No webcast gratuito, transmitido pelos canais da Nasa, a agência disse que a  “Artemis 1 preparará o cenário para as primeiras missões lunares tripuladas no futuro”.

    Como já divulgado anteriormente, a decolagem deve acontecer entre 29 de agosto e 2 de setembro — não antes que isso.

    O encontro, que começou por volta do meio dia, durou cerca de 1h. Na sexta-feira (5), outra transmissão deve apresentar o hardware da missão Artemis 1.

    Segundo a Nasa, os participantes terão uma visão pessoal de maquetes de desenvolvimento, simuladores de design, operações de controle de voo e hardware em desenvolvimento para exploração lunar.

    O voo de teste, que decolará nos próximos dias, faz parte do programa Artemis, missão que pretende levar os humanos de volta à superfície lunar até 2025.

    Com vários objetivos, o teste da Artemis 1 deve incluir tentar observar como o escudo térmico da espaçonave Orion aguenta a alta velocidade e o calor que o foguete encontrará ao reentrar na atmosfera da Terra após retornar da Lua. As projeções da Nasa msotra quem que o voo deve durar 42 dias.

    O foguete viajará a cerca de 39.429 quilômetros por hora e experimentará temperaturas metade do calor do Sol fora do escudo térmico, de acordo com Mike Sarafin, gerente da missão Artemis.

    Isso é muito mais quente e rápido do que quando a espaçonave retorna da órbita baixa da Terra.

    Outros objetivos incluem demonstrar as operações e os modos de voo do foguete e da espaçonave antes das missões tripuladas, recuperar o Orion depois de cair no oceano e completar a missão conforme planejado, disse Sarafin anteriormente.

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