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    Royal Enfield abre venda da moto custom Super Meteor 650 no Brasil

    Marca criada em 1901 na Inglaterra ganhou novo impulso na Índia e hoje tem presença global, com modelos de visual clássico e tecnologia moderna

    Rodrigo Ginicolaboração para a CNN

    A Royal Enfield, uma das marcas de motocicletas que mais ganharam espaço no mercado brasileiro nos últimos anos, abriu a pré-venda de sua custom Super Meteor 650. Trata-se do terceiro modelo de maior cilindrada da fabricante, que se junta às já disponíveis Interceptor 650 e Continental GT.

    A Super Meteor 650 divide com as outras duas o motor bicilíndrico em linha refrigerado a ar e óleo de 648cc. A exemplo da “irmã menor” Meteor 350, a 650 abusa do visual e dos elementos custom: tanque de combustível em forma de gota, posição de pilotagem relaxada e mais baixa, entre-eixos mais longo e duplo amortecedor na suspensão traseira.

    O novo modelo será oferecido em três configurações: Astral, a versão de entrada, com tanque de cor única; Interstellar, com tanque bicolor; e a topo de linha Celestial, com bolha de proteção na dianteira e o encosto de coluna para o garupa.

    Na pré-venda, com 650 exemplares disponíveis, as três versões têm preços respectivos de R$ 33.990, R$ 34.490 e R$ 34.990, e todas contam com várias possibilidades de personalização e acessórios oferecidos pela marca.

    Tradição

    A Royal Enfield é a mais antiga fabricante de motos do mundo em atividade. Surgiu na Inglaterra em 1901 e ganhou uma subsidiária na Índia em 1955.

    Se no país de origem perdeu espaço (a exemplo de rivais como Norton e Triumph), o sucesso na ex-colônia garantiu a continuidade da marca, sempre com modelos de visual clássico e mecânica robusta.

    Em 1994, a empresa foi comprada pelo grupo Eicher Motors, que iniciou um plano de modernização das instalações e expansão global. Um centro de design e desenvolvimento foi criado em Bruntingthorpe, ligando novamente a Inglaterra à história da Enfield.

    As motos ganharam tecnologia moderna, sem abrir mão da proposta original. Em sete anos de presença no Brasil, o país se tornou o segundo principal mercado da marca, atrás apenas da Índia.

    Em março, foram 1.201 unidades emplacadas, de acordo com os números da Fenabrave. A montagem das motos em CKD na Zona Franca de Manaus ajuda a garantir preços competitivos.