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    Raquel Landim

    Raquel Landim

    Com passagens pelos principais jornais do país como repórter especial e colunista, recebeu o prêmio “Jornalista Econômico” de 2022 pela Ordem dos Economistas do Brasil

    Janja acolhe choro de Nísia depois de cobrança de Lula em reunião ministerial, dizem fontes

    Além de ação contra dengue, presidente também cobrou ministra pela morte dos Yanomami, pela polêmica resolução do aborto, pela crise nos hospitais federais no RJ e pelo relacionamento com o Congresso

    Janja acolhe choro de Nísia depois de cobrança de Lula em reunião ministerial, dizem fontes
    Janja acolhe choro de Nísia depois de cobrança de Lula em reunião ministerial, dizem fontes

    A primeira-dama Janja da Silva acolheu o choro da ministra Nísia Trindade depois de uma cobrança do presidente Lula na reunião ministerial, confirmaram à CNN três fontes que participaram do encontro.

    Janja foi acompanhada pelas demais ministras mulheres. Segundo revelou a âncora da CNN Tainá Falcão, Lula fez uma cobrança pública a Nísia sobre sua atuação à frente da pasta da Saúde.

    Além de uma ação contra a dengue, o presidente também cobrou a ministra pela morte dos Yanomami, pela polêmica resolução do aborto, pela crise nos hospitais federais no Rio de Janeiro e pelo relacionamento complicado com o Congresso.

    Nísia reconheceu que tinha dificuldades com o centrão, disse não sabia da nota técnica do aborto, explicou que a morte dos Yanomami era subnotificada no governo Bolsonaro e que pretendia fazer mudanças no gabinete por causa da crise no Rio de Janeiro.

    Lula então retomou a palavra e disse que ela tinha o apoio dele para tirar e manter secretário e para corrigir o rumo, mas que tinha que melhorar sua relação com o Congresso. Foi nesse momento que Nísia chorou.

    A ministra falou sobre a condição de mulher e de que não estava disposta a “falar grosso”. Foi nesse momento que ela foi acolhida por Janja.

    Nísia e Janja têm feito agendas conjuntas e ficaram muito amigas, têm uma relação de “comadres”, segundo pessoas próximas. A primeira-dama tem muita preocupação com a representatividade das mulheres no ministério.