Cobrança de bagagem de mão: Entenda o que pode mudar e qual o reflexo

Em entrevista ao Live CNN, Luiz Orsatti, afirmou que o Procon-SP pretende assegurar que as empresas aéreas informem aos consumidores de maneira clara

Da CNN Brasil
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A polêmica sobre a cobrança de bagagem de mão em voos domésticos ganha novo capítulo com a movimentação das companhias aéreas para implementar taxas adicionais pelo uso do compartimento superior das aeronaves. A Câmara dos Deputados deve votar, nesta semana, a urgência de um projeto de lei que visa proibir essa cobrança. Em entrevista ao Live CNN, o diretor-executivo do Procon de São Paulo, Luiz Orsatti, disse que tem notificado as companhias pedindo informações para explicar como deve funcionar a nova medida.

Segundo a resolução 400 de 2016 da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), os passageiros têm direito a uma franquia mínima de 10 quilos de bagagem de mão. De acordo com Orsatti, "algumas empresas têm limitando o uso gratuito apenas ao espaço sob o assento à frente do passageiro, cobrando taxa adicional para utilização do bagageiro superior".

 

A principal preocupação do Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) é garantir que as informações cheguem de forma clara aos consumidores, especialmente no momento da compra das passagens.

Em relação às passagens já adquiridas, o órgão de defesa esclarece que as novas regras não podem ser aplicadas retroativamente. Bilhetes comprados antes da alteração devem manter as condições originais de bagagem.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
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